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Descrevendo a Leucemia

Quer saber um pouco mais sobre Leucemia? Leia o post e entenda!

Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

O que é a eletricidade? Você sabe de onde de fato ela vem? Veja no post A Eletricidade e descubra mais sobre ela

O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

sábado, 26 de dezembro de 2009

A Evolução Humana - Parte 1

Sei que fiquei um bom tempo sem fazer postagens em meu blog, isso devido a problemas de falta de tempo e procurando ver uma forma diferente de fazer as postagens. Faço as postagens baseadas em textos existentes em livros e revistas, como existe essa coisa de direitos autorais, eu precisava estudar as matérias e depois escrevê-las com minhas palavras nas postagens. O problema disso: muito demorado e trabalhoso.
Por isso, daqui em diante escreverei as postagens com o texto original copiado da revista ou do livro, com a indicação da bibliografia para quem lê os conteúdos saber de onde tiro os textos. Mas vamos lá, vamos ao que interessa! Para previamente entender melhor o texto, nossa espécie faz parte dos hominídeos, que são um tipo de primata que possui pés nos lugares das mãos inferiores, locomoção bípede e mãos mais práticas para manipular objetos, é baseado nessa classificação científica que o texto será explicado.(Meu texto) Vamos lá!

1 - Os Hominídeos e a Biologia Molecular auxiliando nas pesquisas:

Os hominídeos são uma sub-tribo de primatas caracterizados pela postura erguida e a locomoção bípeda. Anteriormente eram considerados como uma família(Hominidae), e hoje como uma sub-tribo(Hominina), da qual atualmente só sobrevive o Homo Sapiens. Existem exemplares fósseis que datam de mais de 6 milhões de anos.
São primatas adaptados á vida terrestre, a caminhar erguidos numa postura bípede, com o crânio também verticalizado. 
Os pés são diferentes do resto dos primatas, com o primeiro dedo mais robusto e alinhado com os quatro restantes. 
As mãos também tem um polegar mais desenvolvido e estão mais adaptadas para manipular objectos.
Os fósseis dos homininos mais antigos encontram-se fundamentalmente no leste do continente africano, em sítios ao largo do Rift Valley, uma enorme fratura da crosta terrestre que se extende desde Moçambique ao Mar Morto.

Os chimpazés são os hominoides mais parecidos conosco; compartilhamos com eles 98% do material genético. 
Segundo a biologia molecular a linha evolutiva dos hominídeos separou-se dos chimpazés á 6 ou 7 milhões de anos. 
Esta medição foi obtida a partir dos denominados "relógios moleculares", cujo fundamento consiste na diferença genética entre as duas espécies. A biologia molecular tem calculado o ritmo da mudança dos genes que mudam a um ritmo constante e a partir daí estabeleceu-se a data de entre 6 a 7 milhões de anos que coincide precisamente com o câmbio climático que provocou a destruição das grandes selvas do Mioceno e se desenvolveram as extensas superfícies de savana herbácea na África. Esta mudança ambiental levou á extinção de espécies e possibilitou a aparição de outras entres as quais se encontrava o primeiro antepassado dos hominídeos. Até á uns anos o hominídeo mais antigo reconhecido era o Ardipithecus ramidus descoberto pela equipe de Tim White entre 1994-1997 na região etíope de Afar. 

Esta espécie com uma antiguidade de uns 4,4 milhões de anos habitaria na selva e a sua alimentação seria similar à dos chimpazés, mediria 1 metro e pesaria por volta dos 30 Kg. Apresenta uma notável redução dos caninos e a partir de alguns restos da base do crâneo acredita-se que representaria uma forma elementar de bipedismo, teoria confirmada por um achado em 2001 de uma falange do pé que parece ser compatível com a locomoção bípeda. White considera que teria uma forma de caminhar diferente de qualquer ser vivo actual. Afirmou que se tratava do ser perdido da escala, mas actualmente tende-se a considerar que representaria um ramo colateral da árvore geneológica humana. No ano de 2004 recuperam-se novos restos de Ardipithecus noutra área da Etiópia com uma antiguidade de entre 5.2 a 5.8 milhões de anos a que se atribuiu como sendo uma espécie diferenciada denominada Ardipithecus kadabba que apresenta certas semelhanças na estrutura dental com o Orrorin tugenensis, cuja estrutura se detecta nos primatas mas não nos hominídos.

Em Dezembro do ano 2000, Brigitte Senut e Martin Pickford anunciaram o achado de uns fósseis homínidos muito antigos nas colinas de Tugen próximas do Lago Boringo no Quénia que foram denominados ancestrais do milénio, se bem que a sua denominação científica é a de Orrorin tugenensis, os restos de um fémur parecem demonstrar que seria bípedo, a cronologia da sua cadeia primitiva é muito antiga, atando-se ente 5,9 e 6,1 milhões de anos.
No ano de 2002 a equipe de Mikel Brunet deu a conhecer um crâneo com 350 cm3 com uma antiguidade datada entre os 6 m. a. e 7 m. a. de características similares ao chimpazé mas com uma cara com feições mais humanas.

Estes restos encontrados no norte do Chad receberam a denominação de Toumai, enquanto a sua denominação científica é Sahelanthropus tchadensis. Entretanto encontram-se também partes das extremidades inferiores, a posição de inserção da coluna vertebral na base do crâneo parece indicar que seria bípedo.
A inclusão do Sahelanthropus Tchadensis entre os homininos continua gerando controvérsia e de facto Senut e Pickfork não o aprovam, contudo os descobridores do ardipithecus consideram que poderia ser um ardipithecus arcaico.

Em Abril do ano 2005, Brunet e os seus colaboradores apresentaram uma reconstrução virtual do crâneo que parece validar a sua inclusão entre os homininos. Esse texto foi tirado de: http://www.enciclopedia.com.pt/print.php?type=A&item_id=1321. Na próxima postagem terminarei com o assunto sobre a evolução humana, descrevendo mais a fundo a evolução em si e cada um dos homens primitivos.

sábado, 14 de novembro de 2009

A Teoria da Evolução das Espécies.


Eu disse que a nova postagem seria sobre pré-história na última postagem, o tema sobre isso era sobre evolução humana. Porém, resolvi que primeiro eu teria que explicar sobre teoria evolucionista para depois explicar sobre evolução humana. Então essa postagem falará só sobre teoria de evolução das espécies. Durante a época da rainha Vitória da Inglaterra e na Inglaterra, existiu um naturalista empenhado em dar uma razão e explicações sobre a origem da vida, o nome dele: Charles Darwin.  Darwin lançou suas terorias sobre a evolução das espécies, além de ter conseguido muitos defensores de suas idéias. Segundo Darwin, uma espécie animal, pelo aspecto tanto de aparência física quanto de INTELIGÊNCIA, e também, habilidades específicas, como os guepardos que são os animais mais velozes da Terra, podem sofrer mudanças gradativas ao longo de milhões de anos, quanto a estas características. Um dado tipo de ambiente em que uma espécie vive, como por exemplo, o ártico para os ursos polares, sofre mudanças ao longo do tempo, por causa das mudanças ocorridas na geologia e no clima da Terra. Essas mudanças correspondem a transformações de florestas em desertos como exemplo. Cada espécie está fisicamente e mentalmente adaptada a viver especificamente naquele tipo de ambiente. Se há mudanças de clima, geologia e também de novas espécies que vivem naquele habitat, o corpo do animal e suas habilidades, inclusive a INTELIGÊNCIA, precisam mudar para sobreviver naquele ambiente. Mas cuidado, não necessariamente a mudança do habitat ocasiona a mudança genética.

Como o Corpo Mudaria para se Adaptar ao Novo Habitat?

Na verdade, as características genéticas de uma espécie animal não mudam automaticamente com a mudança de habitat, dentro de uma geração ou outra, mas sim dentro de MILHÕES DE ANOS.
Ficaram muitas interrogações não é? Aqui vai a resposta. Características genéticas são passadas de indivíduo para indivíduo (de pai para filho ou de pai para filhote), na reprodução.Essa herança genética é passada quando uma molécula de DNA é duplicada, sendo que uma delas fará parte do corpo do indivíduo filho, por ajuda de uma molécula de RNA, por um processo de meiose. No entanto, isso não é processo preciso em resultado, e nele podem ocorrer erros que geram defeitos genéticos no indivíduo filho, ou este pode acabar sendo diferente do pai.Pessoas que nascem com defeitos genéticos são um exemplo disso. Aí agora vocês vão entender! Muitas vezes pode acontecer de um certo grupo de indivíduos que possuem um tal defeito genético ou característica própria herdada do pai, serem pelo fato de terem um corpo fisicamente diferente por exemplo, de poderem sobreviver aquele habitat por causa dessas características, enquanto que os indivíduos normais, representam o grupo que não sobreviverá! Aos poucos, esses indivíduos vão se tornando mais numerosos que os outros e aí depois estes representarão a espécie quase que completamente mudada, podendo ser INTELIGÊNCIA, outras habilidades, ou na aparência física. Essa é a teoria de Darwin, que as espécies mudam de características genéticas quando os indivíduos dotados de certas características dentro de uma espécie são mais adaptados a sobreviveram ao novo tipo de habitat do que outros, fazendo com que a espécie dentro de algum tempo, passe a ser representada por um grupo novo de indivíduos, com características diferentes. As vezes, também a mudança do habitat ocasiona o erro da passagem de herança genética!

Então como Isso Funcionou para a Espécie Humana?

Bem, eu sei que principalmente para aqueles que não acreditam na evolução humana, também ficou melhor de entender a teoria da evolução humana, e talvez, a estejam a aceitando mais agora, mas vou deixar isso para a próxima postagem.

Valeu!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Os Exoplanetas! - Parte 2

Voltando a falar de planetas extrasolares e respondendo ao pedido do colega Antônio Carlos, dois sites que podem ser consultados para saber um pouco mais sobre pré-sal é http://www.universitario.com.br/noticias/noticias_noticia.php?id_noticia=9011 e http://www.clubemundo.com.br/noticia_show.asp?id=1142&prod=1. Mas aconselho: a internet ainda é muito ruim em questão de conteúdo científico, se quiser saber aprofundadamente sobre alguns assuntos, é melhor consultar boas revistas e livros!
Falando sobre planetas extrasolares, o próximo da lista não é exatamente um, mas na verdade 5 planetas!
Em 2007 astrônomos descobriram uma façanha de sistema planetário em torno da estrela 55 Câncer, se tratam de cinco planetas que são versões jumbo da Terra, entre esses, estão uma "Superterra", rochosa como a nossa e um gigante gasoso com massa quatro vezes maior que de Júpiter! Esses planetas também tem órbitas muito próximas uns dos outros, fazendo com que esse sistema seja o mais "denso" em concentração de planetas dentre todos os sistemas extrasolares descobertos até agora.
Alguns estudos também indicam que podem haver mais dois corpos na ciranda planetária em torno de 55 Câncer, e além disso, para completar, ainda há um estrela anã-vermelha também orbitando a estrela-mãe junto com os planetas. O planetas foram nomeados como 55 Cancri b, c, d, e, f.
Gliese 436 b é um gigante gasoso do tamanho de Netuno, que segundo alguns especialistas, é muito denso para ser considerado gasoso e também muito "leve" para ser considerado rochoso. O que foi proposto pouco depois que foi descoberto, é que o planeta além de ser composto por rochas e gás, possui também uma espécie de gelo, que na Terra só seria encontrado em laboratórios. Esse gelo é chamado de gelo VII ou também Gelo X. Em Gliese 436 b, esse gelo seria formado por pressões no interior da Terra que direcionariam as moléculas do gelo de forma tal que ele desenvolvesse uma resistência e outras características físicas especiais. Esse processo é semelhante aquele que forma os diamantes no interior da Terra.
Quando os astrônomos descobriram Gliese 581 c, houve muitos rumores de que esse planeta poderia ter água líquida na superfície, isso se deve ao fato de esse planeta estar à mesma distância que Mercúrio está do Sol, porém com a sua estrela-mãe sendo uma anã vermelha, que é 50 vezes mais fria que o Sol, isso faria então de Gliese 581 c, o planeta mais provável de habitar vida até então naquele momento.
Estudos mais recentes mostraram que Gliese 581 c está próximo demais de sua estrela, enquanto que um outro planeta, orbitando a mesma estrela, Gliese 581 d, receberia quantidade de calor comparável com que Marte recebe do Sol, portanto, fazendo com que desta vez, Gliese 581 d fosse a candidata à abrigar vida.
Vocês acreditam em um planeta tão quente que poderia ferver chumbo? Um exemplo é HD 149026, que ferve a uma temperatura de 2.000 graus celsius, o que é uma temperatura capaz de ferver chumbo.
Algumas mensurações de cor desse mundo, indicam que a cor deste poderia ser negra, por causa de uma estranha combinação de metais pesados na atmosfera, por outro lado também se estima que possa ter a cor vermelha. É considerado também como um "Saturno quente" e possui, segundo os estudos, um exterior assustador. Estima-se que esse planeta possua o maior núcleo planetário até então visto.
Há também o planeta que encolhe! Esse é HD 209458 b, que orbita tão perto de sua estrela, que está sendo superaquecido à 10.000 graus celsius, o que faz com que ele esteja "suando" 10.000 toneladas de hidrogênio de sua atmosfera por segundo, o que forma uma cauda semelhante a de um cometa, curiosamente, o planeta é também chamado de Osíris e os cientistas dizem que daqui a algum tempo, só restará de Osíris, um núcleo derretido de magma. Esse planeta, também, foi o primeiro a indicar sinais de existência de vapor d'água em sua atmosfera. O planeta MOA-192 b é o planeta que orbita a menor estrela-mãe até então, estrela essa de cor púrpura e de massa 20 vezes menor que a do Sol. O MOA-192 b tem massa de 3,3 Terras e é o menor até então descoberto. Estrelas de cor púrpura são muito comuns no Universo, o que anima os cientistas por juntando isso, ao fato de uma delas possuir um planeta orbitando ao redor, significaria que pode ser mais comum do que se pensa achar planetas como a Terra ou dos demais tipos.
PSR B1620-26 b é chamado também de Matusalém por que acredita-se que este planeta tenha se formado   à assustadores 13 milhões de anos, ou seja, 1 bilhão de anos depois do Big Bang. Trata-se de um gigante gasoso que se situa em um tipo de galáxia chamado de aglomerado globular, onde há duas anfitriãs estrelares e um pulsar, todos originados de estrelas maiores que morreram. Tudo indica que no passado esse planeta tenha orbitado uma estrela como nosso Sol, que depois se tornou uma gigante vermelha, depois cedendo matéria para uma estrela de nêutrons que depois se tornou um pulsar rotativo. Devido a essas teorias, Matusalém sofreu muitas explosões oriundas das estrelas próximas, o que torna improvável que tenha abrigado vida. Aqui termina o assunto sobre exoplanetas, também agradecendo aos comentários postados elogiando o blog. Obrigado! Não esqueçam de comentar. Estarei falando sobre pré-história no próximo artigo. Até mais! Valeu!    

sábado, 31 de outubro de 2009

Os Exoplanetas!

O artigo sobre os exoplanetas foi prometido e aqui estou cumprindo a promessa!
Esses mundos são só alguns exemplos de um conjunto total de mais de 300 planetas até agora listados.
Irei falar de alguns daqueles que prometi apenas, para o artigo não ficar muito grande! Posteriormente falarei sobre outros. Primeiramente, os dois exoplanetas a serem descobertos e listados foram PSR 1257 b e PSR 1257 c, os nomes são assim, por que ambos estão localizados em órbitas em torno do pulsar PSR 1257, pulsares são corpos formados pela partícula chamada nêutron, componente dos átomos da matéria, esses astros são formados quando um evento de supernova da morte de uma estrela termina, emitem ondas de rádio além de apresentarem alta rotação. Estima-se que esses planetas são o que restou dos núcleos rochosos de gigantes gasosos e que tiveram suas atmosferas ejetadas pelo evento supernova, ou ainda, podem ter sido criados em uma segunda rodada de formação planetária. Ambos os planetas estão à uma distância de 978 anos-luz (ou seja, se partíssimos da Terra para esses lugares hoje viajando a 300.000 Km/h, só chegariamos lá daqui a 978 anos!!!!!). O planeta 51 Pegasi b é o planeta apelidado de Belerofonte, que é o herói mítico que capturou pégaso. Esse planeta é um gigante gasoso quente que completa uma volta em torno de sua estrela a cada quatro dias, se enquadrando entre os "Júpiteres quentes". Foi um dos primeiros descobertos orbitando um estrela da sequência principal, ou seja, como o nosso Sol, de tamanho regular e com emissão de luz amarela.
V391 Pegasi b é o único planeta descoberto que orbita em torno de uma estrela que já passou da fase de gigante vermelha. Ao se esgotar todo o hidrogênio conversível em hélio de uma estrela, ela se expande, aumentando o seu volume, se tornando vermelha e começa a converter o seu hélio em carbono. O fato é que esse estima-se que esse planeta se formando aproximadamente a uma distância de sua estrela, a mesma que o nosso mundo de nosso Sol. V391 Pegasi b não foi "engolido" por que o planeta provavelmente migrou para uma outra órbita quando ocorreu a perda de massa de sua estrela-mãe. O planeta está a 4.550 anos-luz e tem a massa de mais de 3 Júpiteres!! Na próxima postagem, estarei falando sobre o restante dos exoplanetas. Até mais!  

Gerador de Energia Fantástico e com Efeito Colateral de Antigravidade

Tudo começou em 1.952, quando o inventor e hoje ex-professor universitário John Searl, desenvolveu um gerador elétrico que tinha como objetivo fornecer energia elétrica quase que infinita.
O que aconteceu é que Searl desenvolveu não só um gerador elétrico da forma que ele esperava, mas também que causasse nele mesmo, um efeito colateral de antigravidade. Quando foi colocado em operação, o gerador começou a girar em alta velocidade e começou a eletrizar o ar em volta dele, formando uma nuvem de íons em torno do aparelho e ao mesmo tempo, ele levitou em movimento de rotação portanto, sofrendo uma grande queda de temperatura. E não só isso aconteceu, os discos magnetizados usados no gerador, tiveram deslocamento de cargas positivas para o centro deles e de cargas negativas para a parte mais exterior, com elétrons sendo expulsos pela tangente do disco mais exterior. Esse modelo desenvolvido em 1.952, foi destruído e os registros técnicos foram perdidos por razões desconhecidas, segundo Searl.
Mas não desconfiem que toda a história contada seja mentira por causa disso. Atualmente, Searl, tem o apoio técnico de uma equipe de engenheiros e técnicos seguidores da tecnologia desenvolvida por ele e já começaram a iniciar os trabalhos na elaboração do gerador, à aproximadamente 5 anos, isso mais vários vídeos na internet, provando que os efeitos do gerador são verídicos. Esses vídeos estão no endereço: http://www.youtube.com/results?search_query=SEG+&search_type=&aq=f e ainda em vários outros.

Os projetos de Searl não tem convencido muitos investidores, um exemplo de excessão é um grupo de investidores do extremo oriente. A justificativa dessa tecnologia é o objetivo na quebra do paradigma da utilização de combustíveis fósseis para a geração de energia em muitos seguimentos, já que o SEG (nome do gerador) tem um rendimento energético bem maior e não polui o meio ambiente, mostrando como estamos de bobeira, poluindo o nosso planeta, tendo gastos exorbitantes e desperdiçando recursos técnicos, por causa de cobiça dos investidores em energia e ceticismo conservador dos cientistas. O melhor dessa tecnologia é que um mesmo SEG pode ser sempre utilizado em um sistema, por que estabelece um ciclo de geração e aproveitamento de enegia constante e renovável. O nome SEG significa Gerador de Efeito Searl, visto que esse efeito é a geração de energia elétrica em grande quantidade por meio de corente elétrica gerada pelo eletromagnetismo induzido nos discos. O sistema possui um esquema simples (mostrado na ilustração) e de funcionamento complicado e tem sido construídos SEG's de tal forma a evitar o efeito colateral antigravidade, o que mostra que os engenheiros de Searl já descobriram o segredo! No final dos anos 60, Searl, com quase o mesmo grupo de colaboradores de hoje, montou um IGV - Veículo à Inversão Gravitacional, ou seja, um Disco Voador, chamado por muitos como OVNI. Simplesmente, o Disco Voador funciona pelo princípio causador de antigravidade no SEG, porém com algumas modificações e que tem segredo não revelado por Searl e sua corporação, nem nos sites deles. A NASA já conseguiu desenvolver o sistema de Podkletnov (será posteriomente publicado), eliminando o sistema de resfriamento e conseguindo fazer ratos levitarem sem usar gás carbônico congelado, porém para Searl, já ter construído um IGV, significa que ele está bem à frente da NASA e de Podkletnov. Tudo isso representaria, uma grande mudança na Engenharia Mecânica e a quase extinção da Engenharia Aeronáutica, além de uma grande revolução para as Engenharias Eletrônica e Elétrica. Para saber mais sobre o assunto, acessem o google e digitem SEG, virá muitos resultados sobre isso. Não deixem de comentar sobre os artigos pessoal, conto com vocês! Fiquei devendo o artigo sobre os exoplanetas, na próxima postagem, sem falta, colocarei! Até mais!

domingo, 25 de outubro de 2009

Os Incríveis Mundos Desconhecidos



Quem conhece V391 Peg b? GJ3021? WASP-154? Esses são nomes de planetas encontrados em torno de outras estrelas, como o nosso Sol, na mesma galáxia em que vivemos, a Via-Láctea.Os cientistas vão aos poucos, descobrindo cada vez mais mundos fora do nosso sistema planetário, até agora foram 300 descobertos desde 1991 e logo alguns terão seus nomes definitvos definidos, como alguns poucos já tem. Estimativas indicam que mais ou menos 30% das estrelas possuem planetas em seus domínios gravitacionais, mas David Bennet, caçador de planetas exímio diz que pessoalmente acredita que 50% delas possuem planetas em torno. O principal objetivo dos esforços dos astrônomos e outros cientistas na caça a novos planetas é o desejo de descobrir um dia, um planeta que se assemelhe a Terra, mas a tecnologia atual não é capaz de localizar e identificar planetas pequenos. Como há 100 bilhões de estrelas na nossa galáxia, então isso significa que há 50 bilhões de planetas(isso se for um planeta por estrela!) nessa galáxia! A maioria dos planetas descobertos até agora está longe de se assemelhar a Terra, tanto em questão de distância de sua estrela-mãe quanto em tamanho. A maioria deles são gigantes gasosos muito próximos de suas estrelas, ou seja são "júpiteres quentes" como são denominados. O fato de a maioria dos corpos identificados terem essas características, se deve a maneira como os planetas são identificados e localizados, o que revela também uma imensa limitação dos métodos. Telescópios coletam apenas evidências indiretas da presença de um planeta em torno de sua estrela por variações regulares da luz estelar. Os planetas pequenos casuam efeitos muito ínfimos no disco luminsos de suas estrelas-mães. Esse problema está para acabar, a Agência Espacial Americana e outras organizações ligadas ao setor estão desenvolvendo novas tecnologias para localizar planetas pequenos, exemplos são o Corot, satélite que vêm procurando exoplanetas deste tipo desde 2007 e a NASA tem planos para colocar em operação o telescópio Kepler, que orbitará o Sol e analisará 100 mil estrelas durante quatro anos, sendo que estes dois sistemas, tem maior precisão na medição e sensibilidade as mudanças nas emissões de luz das estrelas. Há um projeto, chamado de The New Worlds Observer, que empregará uma barreira que diminuirá o intenso ofuscamento da luz estelar que impede a boa visualização dos aspectos dos planetas em torno dessas estrelas. A primeira evidência de um planeta extrasolar surgiu em 1992, quando dois corpos estariam orbitando o pulsar (estrelas de nêutrons em alta rotação que se formam após a morte de uma estrela) PSR 1257, esses dois planetas eram o que restou dos núcleos rochosos de gigantes de gás cujas atmosferas foram ejetadas pelo evento supernova (explosão contínua que vem após a morte de uma estrela e antes de se formar a estrela de nêutros) anterior.

Alguns exemplos de exoplanetas descobertos até agora:

51 Pegasi b;
V391 Pegasi b;
Gliese 581 c;
Gliese 436 b;
HD 149026 b;
HD 209458 b ou Osíris(nome definitivo);
MOA-192 b;
PSR B1620-26;

Na próxima postagem haverá uma explicação sobre cada um deles!


Não deixem de comentar, até a próxima.

       

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Pré-sal: formação geológica histórica

O pré-sal, de que tanta gente fala, muito antes de ter sido confirmada sua existência pela Petrobrás, já era conhecido dos geólogos antes de se tornar conhecido por todos.
Em 1997, através de teorias elaboradas por esses profissionais sobre o movimento das placas tectônicas e a separação da África da América do Sul, ficou confirmada a teoria de que esses eventos geológicos, diretamente relacionados, teria formado jazidas de petróleo e/ou gás natural ao longo da costa da África e também da América do Sul. Mas o que isso quer dizer? Bem, no início, quando os continentes estavam se separando, se formavam rasos oceanos e lagos entre os dois continentes, a medida que o rift(fenda) entre os dois continentes aumentava de largura. Essas formações de água traziam dos oceanos plenos, os microplânctons, que passaram a habitar essas formações, em sua maioria, lagos. Esses secavam e reenchiam depositando SAL continuamente e matando os microplânctons muito frequentemente, com o sal e outros sedimentos os soterrando. Quando realmente se formou um mar e depois um oceano de fato entre os dois continentes, a morte dos microplânctons ficou menos frequente, ficaram dois imensos "cemitérios" soterrados de microplânctons um de cada lado, um do lado da África e outro do lado da América do Sul.
A medida que mais e mais solo foi se formando, essas camadas de sal foram ficando cada vez mais ao fundo na terra, fazendo com que as rochas onde os microplânctons ficaram, ficassem cada vez mais quentes, "cozinhando" os pobrezinhos e formando o petróleo, com tendência para depois formar gás natural, isso do lado africano e do lado sul-americano. Então se formou rochas cheias de hidrocarbonetos em rochas cobertas acima por rochas sedimentares de halita(rochas de sal), que funcionam como uma espécie de trapa, impedindo que o petróleo escape para onde tem menos pressão. A teoria começou a virar confirmação quando especialistas descobriram moléculas de diamantes orgânicos no petróleo do pós-sal, evidenciando que aquele petróleo era provindo de um petróleo mais ao fundo na terra. Como eu sei disso?
Bem, eu sou aluno de petróleo e gás natural e assisti a palestra, simplesmente do cara que teorizou e descobriu tudo isso!!! Bem, espero ter explicado bem. Até a próxima postagem!

Disco voador projetado por engenheiro nos EUA



Subrata Roy, engenheiro e professor da Universidade da Flórida, desenvolveu um modelo ainda em esboço, de uma aeronave que não necessitaria de combustível fóssil, hélices ou asas para se manter no ar, livre da gravidade. É um disco voador, propriamente dito, que teria uma espécie de "pele" artificial cobrindo ele, que conteria eletrodos. Esses eletrodos teriam a função de eletrizar o ar em torno da aeronave, formando um "plasma" (gás ionizado), para depois continuamente, fornecendo energia elétrica para esse ar ionizado, fazendo com que ele expulse o ar não ionizado (não eletrizado) do entorno da aeronave, assim possibilitando a aeronave se deslocar para quaisquer direções. No modelo, os eletrodos são alimentados por uma fonte geradora de energia elétrica interior a aeronave. Roy garante que o projeto proposto, por suas características materiais, possuirá estabilidade em quaisquer dimensões, garantindo que um modelo definitivo de tamanho bem maior, poderia transportar pessoas ou cargas. Para mais informações a respeito, acessem http://neyribas.wordpress.com/2008/07/