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Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

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A Eletricidade

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O Grupo dos Halogênios

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sábado, 14 de novembro de 2009

A Teoria da Evolução das Espécies.


Eu disse que a nova postagem seria sobre pré-história na última postagem, o tema sobre isso era sobre evolução humana. Porém, resolvi que primeiro eu teria que explicar sobre teoria evolucionista para depois explicar sobre evolução humana. Então essa postagem falará só sobre teoria de evolução das espécies. Durante a época da rainha Vitória da Inglaterra e na Inglaterra, existiu um naturalista empenhado em dar uma razão e explicações sobre a origem da vida, o nome dele: Charles Darwin.  Darwin lançou suas terorias sobre a evolução das espécies, além de ter conseguido muitos defensores de suas idéias. Segundo Darwin, uma espécie animal, pelo aspecto tanto de aparência física quanto de INTELIGÊNCIA, e também, habilidades específicas, como os guepardos que são os animais mais velozes da Terra, podem sofrer mudanças gradativas ao longo de milhões de anos, quanto a estas características. Um dado tipo de ambiente em que uma espécie vive, como por exemplo, o ártico para os ursos polares, sofre mudanças ao longo do tempo, por causa das mudanças ocorridas na geologia e no clima da Terra. Essas mudanças correspondem a transformações de florestas em desertos como exemplo. Cada espécie está fisicamente e mentalmente adaptada a viver especificamente naquele tipo de ambiente. Se há mudanças de clima, geologia e também de novas espécies que vivem naquele habitat, o corpo do animal e suas habilidades, inclusive a INTELIGÊNCIA, precisam mudar para sobreviver naquele ambiente. Mas cuidado, não necessariamente a mudança do habitat ocasiona a mudança genética.

Como o Corpo Mudaria para se Adaptar ao Novo Habitat?

Na verdade, as características genéticas de uma espécie animal não mudam automaticamente com a mudança de habitat, dentro de uma geração ou outra, mas sim dentro de MILHÕES DE ANOS.
Ficaram muitas interrogações não é? Aqui vai a resposta. Características genéticas são passadas de indivíduo para indivíduo (de pai para filho ou de pai para filhote), na reprodução.Essa herança genética é passada quando uma molécula de DNA é duplicada, sendo que uma delas fará parte do corpo do indivíduo filho, por ajuda de uma molécula de RNA, por um processo de meiose. No entanto, isso não é processo preciso em resultado, e nele podem ocorrer erros que geram defeitos genéticos no indivíduo filho, ou este pode acabar sendo diferente do pai.Pessoas que nascem com defeitos genéticos são um exemplo disso. Aí agora vocês vão entender! Muitas vezes pode acontecer de um certo grupo de indivíduos que possuem um tal defeito genético ou característica própria herdada do pai, serem pelo fato de terem um corpo fisicamente diferente por exemplo, de poderem sobreviver aquele habitat por causa dessas características, enquanto que os indivíduos normais, representam o grupo que não sobreviverá! Aos poucos, esses indivíduos vão se tornando mais numerosos que os outros e aí depois estes representarão a espécie quase que completamente mudada, podendo ser INTELIGÊNCIA, outras habilidades, ou na aparência física. Essa é a teoria de Darwin, que as espécies mudam de características genéticas quando os indivíduos dotados de certas características dentro de uma espécie são mais adaptados a sobreviveram ao novo tipo de habitat do que outros, fazendo com que a espécie dentro de algum tempo, passe a ser representada por um grupo novo de indivíduos, com características diferentes. As vezes, também a mudança do habitat ocasiona o erro da passagem de herança genética!

Então como Isso Funcionou para a Espécie Humana?

Bem, eu sei que principalmente para aqueles que não acreditam na evolução humana, também ficou melhor de entender a teoria da evolução humana, e talvez, a estejam a aceitando mais agora, mas vou deixar isso para a próxima postagem.

Valeu!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Os Exoplanetas! - Parte 2

Voltando a falar de planetas extrasolares e respondendo ao pedido do colega Antônio Carlos, dois sites que podem ser consultados para saber um pouco mais sobre pré-sal é http://www.universitario.com.br/noticias/noticias_noticia.php?id_noticia=9011 e http://www.clubemundo.com.br/noticia_show.asp?id=1142&prod=1. Mas aconselho: a internet ainda é muito ruim em questão de conteúdo científico, se quiser saber aprofundadamente sobre alguns assuntos, é melhor consultar boas revistas e livros!
Falando sobre planetas extrasolares, o próximo da lista não é exatamente um, mas na verdade 5 planetas!
Em 2007 astrônomos descobriram uma façanha de sistema planetário em torno da estrela 55 Câncer, se tratam de cinco planetas que são versões jumbo da Terra, entre esses, estão uma "Superterra", rochosa como a nossa e um gigante gasoso com massa quatro vezes maior que de Júpiter! Esses planetas também tem órbitas muito próximas uns dos outros, fazendo com que esse sistema seja o mais "denso" em concentração de planetas dentre todos os sistemas extrasolares descobertos até agora.
Alguns estudos também indicam que podem haver mais dois corpos na ciranda planetária em torno de 55 Câncer, e além disso, para completar, ainda há um estrela anã-vermelha também orbitando a estrela-mãe junto com os planetas. O planetas foram nomeados como 55 Cancri b, c, d, e, f.
Gliese 436 b é um gigante gasoso do tamanho de Netuno, que segundo alguns especialistas, é muito denso para ser considerado gasoso e também muito "leve" para ser considerado rochoso. O que foi proposto pouco depois que foi descoberto, é que o planeta além de ser composto por rochas e gás, possui também uma espécie de gelo, que na Terra só seria encontrado em laboratórios. Esse gelo é chamado de gelo VII ou também Gelo X. Em Gliese 436 b, esse gelo seria formado por pressões no interior da Terra que direcionariam as moléculas do gelo de forma tal que ele desenvolvesse uma resistência e outras características físicas especiais. Esse processo é semelhante aquele que forma os diamantes no interior da Terra.
Quando os astrônomos descobriram Gliese 581 c, houve muitos rumores de que esse planeta poderia ter água líquida na superfície, isso se deve ao fato de esse planeta estar à mesma distância que Mercúrio está do Sol, porém com a sua estrela-mãe sendo uma anã vermelha, que é 50 vezes mais fria que o Sol, isso faria então de Gliese 581 c, o planeta mais provável de habitar vida até então naquele momento.
Estudos mais recentes mostraram que Gliese 581 c está próximo demais de sua estrela, enquanto que um outro planeta, orbitando a mesma estrela, Gliese 581 d, receberia quantidade de calor comparável com que Marte recebe do Sol, portanto, fazendo com que desta vez, Gliese 581 d fosse a candidata à abrigar vida.
Vocês acreditam em um planeta tão quente que poderia ferver chumbo? Um exemplo é HD 149026, que ferve a uma temperatura de 2.000 graus celsius, o que é uma temperatura capaz de ferver chumbo.
Algumas mensurações de cor desse mundo, indicam que a cor deste poderia ser negra, por causa de uma estranha combinação de metais pesados na atmosfera, por outro lado também se estima que possa ter a cor vermelha. É considerado também como um "Saturno quente" e possui, segundo os estudos, um exterior assustador. Estima-se que esse planeta possua o maior núcleo planetário até então visto.
Há também o planeta que encolhe! Esse é HD 209458 b, que orbita tão perto de sua estrela, que está sendo superaquecido à 10.000 graus celsius, o que faz com que ele esteja "suando" 10.000 toneladas de hidrogênio de sua atmosfera por segundo, o que forma uma cauda semelhante a de um cometa, curiosamente, o planeta é também chamado de Osíris e os cientistas dizem que daqui a algum tempo, só restará de Osíris, um núcleo derretido de magma. Esse planeta, também, foi o primeiro a indicar sinais de existência de vapor d'água em sua atmosfera. O planeta MOA-192 b é o planeta que orbita a menor estrela-mãe até então, estrela essa de cor púrpura e de massa 20 vezes menor que a do Sol. O MOA-192 b tem massa de 3,3 Terras e é o menor até então descoberto. Estrelas de cor púrpura são muito comuns no Universo, o que anima os cientistas por juntando isso, ao fato de uma delas possuir um planeta orbitando ao redor, significaria que pode ser mais comum do que se pensa achar planetas como a Terra ou dos demais tipos.
PSR B1620-26 b é chamado também de Matusalém por que acredita-se que este planeta tenha se formado   à assustadores 13 milhões de anos, ou seja, 1 bilhão de anos depois do Big Bang. Trata-se de um gigante gasoso que se situa em um tipo de galáxia chamado de aglomerado globular, onde há duas anfitriãs estrelares e um pulsar, todos originados de estrelas maiores que morreram. Tudo indica que no passado esse planeta tenha orbitado uma estrela como nosso Sol, que depois se tornou uma gigante vermelha, depois cedendo matéria para uma estrela de nêutrons que depois se tornou um pulsar rotativo. Devido a essas teorias, Matusalém sofreu muitas explosões oriundas das estrelas próximas, o que torna improvável que tenha abrigado vida. Aqui termina o assunto sobre exoplanetas, também agradecendo aos comentários postados elogiando o blog. Obrigado! Não esqueçam de comentar. Estarei falando sobre pré-história no próximo artigo. Até mais! Valeu!