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Descrevendo a Leucemia

Quer saber um pouco mais sobre Leucemia? Leia o post e entenda!

Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

O que é a eletricidade? Você sabe de onde de fato ela vem? Veja no post A Eletricidade e descubra mais sobre ela

O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

domingo, 10 de outubro de 2010

Energia Elétrica do Vento Solar

Um físico da Universidade Estadual de Washington, Brooks Harrop, propôs uma idéia que pode otimizar muito a utilização de energia elétrica no mundo, além de contribuir com uma solução contra o aquecimento global, consta da geração de energia elétrica a partir do vento solar por intermédio de um satélite devidamente equipado. No caso, o satélite que seria usado, já tem até nome: Dyson-Harrop.
Primeiramente, deve-se entender o que é o vento solar. O vento solar é uma emissão de partículas, incluindo aquelas sub-atômicas e outras não sub-atômicas emitidas pela conversão de massa por energia ocorrido no Sol que varre o Sistema Solar até se dissipar pela resto do Espaço Sideral.
Metade das partículas existentes no vento solar são elétrons, constituintes dos átomos e que compõem a eletricidade e conseqüentemente as correntes elétricas. Os elétrons serão capturados do vento solar por meio de um fio metálico esticado para a direção do Sol e carregado com uma corrente elétrica gerando um campo magnético, que atrai os elétrons. Essa corrente elétrica é gerada por um receptor metálico esférico que no início de sua operação, é independente, mas depois, é alimentado pelos próprios elétrons capturados do vento solar, tornando o sistema autossustentável. A partir daí, o excesso de corrente elétrica alimenta um laser infravermelho que estaria apontado para antenas parabólicas na superfície terrestre que recolheriam a energia, porém esse feixe precisaria ser perfeitamente preciso para não haver perdas.
Harrop, considerando as dimensões de um satélite dos maiores possíveis de serem construídos na Terra e com o sistema de captura de energia em tamanho proporcional, afirmou que possibilita a obtenção de 100 bilhões de vezes mais energia do que hoje a humanidade necessita.
É ou não é uma grande solução? É, mas para garantir que o feixe infravermelho não chegasse a Terra difuso demais (expandido, como a luz se expande se for gerada de muito longe), seria necessária um lente de 10 a 100 Km de diâmetro, algo impossível de ser fabricado nos dias atuais. O problema do feixe chegar a Terra de forma muito difusa, é que a energia gerada por este em um ponto qualquer da Terra, seria menor do que a luz do luar. Quanto ao resto da tecnologia necessária, esta já é concebível.
Para saber mais detalhes desta idéia revolucionária, basta acessar o site Inovação e Tecnologia, pelo endereço: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-vento-solar&id=010115101008      

O Cimento Magnesiano

Um grupo de pesquisadores da USP em São Paulo desenvolveram um novo tipo de material para a construção civil, um novo tipo de cimento constituído principalmente de óxido de magnésio, denominado cimento magnesiano. O cimento mais eficiente e eficaz existente hoje é o cimento portland que é usado por exemplo na exploração de petróleo e gás e na composição do fibrocimento como aglomerante. O cimento magnesiano poderá substituir o cimento portland em até 80%.
As características de destaque que estimulam a utilização do cimento magnesiano e que reforçam a importância de sua invenção é que sua produção produz menos emissões de dióxido de carbono e não só isso, ele consegue capturar mais carbono do ambiente, além disso, ele é menos alcalino que o cimento convencional e tem menor custo, em resumo, é menos agressivo ao meio ambiente e economicamente mais compensatório. A utilização do cimento magnesiano não será para fins estruturais, mas para artefatos e elementos construtivos, como telhas.
Para saber mais sobre o cimento magnesiano, acessem a página do site Inovação e Tecnologia onde há o texto completo: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cimento-alternativo-magnesiano&id=010160101007

domingo, 3 de outubro de 2010

Os lagos de Titã

Titã é uma das luas de Saturno, e é o único satélite do Sistema Solar que possui uma atmosfera e além disso, 10 vezes mais densa que a que a Terra possui. A sonda Cassini-Huygens, lançada a 5 anos atrás e que foi uma colaboração entre a Agência Espacial Européia e a NASA, revelou através da atmosfera daquele satélite, uma paisagem repleta de montanhas, vales e lagos.
Na época, quanto aos lagos, chegou a ser cogitada a possibilidade de que seriam compostos por água e isso reforçou as teorias de que Titã serviria como um laboratório para entender como a vida surgiu na Terra. Mas, segundo novas análises, as perspectivas mudaram. Veja abaixo parte do texto publicado pelo site da Revista Época, que pode ser visualizado no endereço: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI173925-15224,00.html:

"Um pesquisador da missão, Akiva Bar-Nun, da Universidade de Tel Aviv, determinou a composição desses lagos. Levando em consideração os componentes químicos da atmosfera de Titã, ele demonstrou que os lagos não são compostos por água, mas por hidrocarbonetos líquidos, como etano e metano, que também são encontrados na Terra em reservas de petróleo e gás. Sua análise aprofundada da composição química da atmosfera de Titã e seus lagos foi publicada recentemente no Journal of Geophysical Research – Planets.

"A atmosfera de Titã é única e não inclui nitrogênio e oxigênio como a da Terra, mas nitrogênio e metano", diz Bar-Nun. A irradiação solar na atmosfera da lua de Saturno produz uma variedade de gases hidrocarbonetos, que são condensados e caem na superfície. Uma vez que atingem a superfície fria de Titã eles liquifazem, transformam-se em chuva e se acumulam em lagos. "Mas você não ia querer dar um mergulho neles nas férias de verão", afirma o cientista, em tom de brincadeira.

A irradiação solar mais esses hidrocarbonetos na atmosfera produzem minúsculos glóbulos de polímeros, ou aerossóis, que dão a Titã seu famoso brilho laranja. Os processos químicos em Titã são diferentes dos que ocorrem na Terra porque no ar de lá não há vapor de água – por isso seus lagos não têm água. Isso faz desmoronar as alegações frequentes de que Titã poderia ser um laboratório para saber como surgiu a vida na Terra."