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Descrevendo a Leucemia

Quer saber um pouco mais sobre Leucemia? Leia o post e entenda!

Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

O que é a eletricidade? Você sabe de onde de fato ela vem? Veja no post A Eletricidade e descubra mais sobre ela

O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

domingo, 24 de abril de 2011

Fim do Mundo ou Fim de um Ciclo?: A Profecia Maia para 2012

Os maias foram um povo da América pré-colombiana, que de forma misteriosa, desenvolveram um surpreendente conhecimento sobre astronomia, com base nesses conhecimentos, criaram profecias sobre o futuro de seu povo e da humanidade e o que conduziria o futuro destes através dos tempos.


Os maias profetizaram que a cada 5.125 anos, o Sol recebe um raio vindo do centro da galáxia, o que muda sua polarização, alterando as condições climáticas da Terra, com isso, os maias acreditavam que eles eram a quinta civilização iluminada pelo Sol, então tiveram outras 4 anteriores que foram destruídas pelas alterações naturais do Sol e da Terra. Essa profecia segue o que era determinado por esse povo, de que a galáxia segue um ciclo imutável.


As alterações no Sol mudarão o eixo de rotação da Terra, no entanto, mesmo com o que foi explicado acima, o fim do ciclo no dia 22 de dezembro de 2012, não significa necessariamente o fim da humanidade ou da Terra, mas pode ser interpretado como o fim de um ciclo para o início de outro com mudanças para a humanidade. Segundo estudiosos, o início do ciclo atual foi no ano 3113 a.c, data que é muito aproximada do que seria a da época do grande dilúvio.


Portanto, pensar no evento de 2012 como o fim do mundo, é se precipitar e ser guiado pelo sensacionalismo da mídia, uma vez que as profecias maias tem o objetivo de trazer uma orientação para a esperança e conscientização, segundo os estudiosos de áreas afins. São 7 profecias ao todo, que indicam uma mudança devido as alterações nas vibrações de harmonia. Como assim? O raio vindo do centro da galáxia produzirá alterações mentais em cada um de nós, que permitirá com que cada um possa voluntariamente quebrar suas limitações, melhorando-se espiritualmente. Para melhor compreender essa teoria, visite: http://www.evoluindo.org/previsoes/os-maias-apontam-2012-como-o-fim-de-um-ciclo-na-terra .

O Planeta X:


O tal Planeta X tem vários nomes: para os sumérios, ele era Nibiru, os babilônios o chamavam de Marduk, os gnósticos, de Hercólubus, os maias, de Estrela Baal, e atualmente os cientistas o chamam de Planeta X.
Várias mitologias e até religiões mencionavam este astro, ele tem sido o principal agente destrutivo teórico da teoria do fim do mundo de 2012, e que segundo crédulos, este planeta tem órbita próxima da Terra, em forma elíptica e seria do tamanho de Júpiter. Pelo fato de sua órbita ser muito excêntrica e longa, por isso, esse planeta nunca teria antes sido avistado e na maior parte do tempo ter estado distante da Terra.
Há muitos e muitos boatos, teorias e até profecias, de como esse astro afetaria a Terra ao se aproximar demais, da forma mais realista, provocaria um efeito gravitacional brutal, atraindo a Terra e toda a sua água superficial, além de tudo que tem de mais pesado sobre a superfície terrestre.


No entanto, o que tem sido visto na internet é uma grande quantidade de explicações de pseudociência pouco claras e infundadas, sem coerência, sobre porque esse astro afetaria a Terra e do porque de sua existência e evidências de tal.


Em um desses textos, foi afirmado que Nibiru seria o inferno dito em algumas religiões e em outros é dito que Nibiru é de onde vem a raça extraterrestre que teria criado a humanidade e que viria de lá para nos escravizar. Todo esse conjunto de teorias e afirmações loucas, tem origem na interpretação que o arqueólogo Zacaria Sitchin fez de antigos escritos sumérios. Há vários links que podem ser visitados para melhor compreender esse universo de teorias (diga-se de passagem, absurdas e hilariantes)  . Eles estão abaixo:
http://nebulosabar.com/blog/nibiru-nao-existe/
http://wwo.uai.com.br/UAI/html/sessao_11/2008/07/25/em_noticia_interna,id_sessao=11&id_noticia=73118/em_noticia_interna.shtml
http://paranoiatotal.wordpress.com/2008/04/01/nibiru-farsa-sumerica/
http://realidadeoculta.blog.com/2010/08/22/nibiru-e-real/
http://www.planetx.com.br/2010/01/nasa-responde-parte-1/

Há ainda muitos outros sites e páginas da web falando sobre o tal Nibiru.
Até a próxima postagem. 

domingo, 10 de abril de 2011

Os terremotos

Os terremotos são conhecidos como um dos fenômenos naturais de efeito negativo para as populações no mundo, e além disso, pouco se sabe por parte de muitos, como eles ocorrem.
Muitos atribuem a exploração de petróleo e gás como uma causa para os terremotos, mas esta afirmação é errada, já que o evento causador dos terremotos é algo que abrange dimensões geográficas muitos maiores.

Como acontecem os terremotos?

1 - As placas tectônicas

A crosta terrestre, que é a camada da Terra sobre a qual pisamos, não é contínua, ela é dividida em várias camadas, que na verdade são denominadas como placas.


Essas placas, de dimensões continentais, flutuam sobre a camada que vem logo abaixo da crosta, que é a astenosfera, que é como uma parte semi-líquida da crosta (composta de magma).

2 - Ciência de tectônica de placas propriamente dita

As placas tectônicas da crosta não são estacionárias, elas se movimentam para qualquer direção dependendo  do sentido do movimento de lava da astenosfera. Esse fluxo acontece pelo deslocamento de lava mais quente das regiões mais profundas da astenosfera, que se eleva para cima e pelo deslocamento no sentido contrário de lava mais fria das regiões mais próximas a crosta terrestre.
Com essa flutuação "inquieta" das placas, duas ou mais placas podem estar se movimentando no sentido de se chocarem ou de se afastarem. É preciso considerar ainda que existem dois tipos de placas tectônicas: as placas continentais e as placas oceânicas, o fato é que se uma placa ou a outra é continental ou oceânica, isso irá interferir no efeito que ocorrerá caso elas se afastem ou se choquem.


Geralmente, os terremotos ocorrem quando uma placa oceânica está se chocando com uma placa continental, a placa oceânica submerge sob a placa continental, por ser mais densa, mergulhando para a astenosfera e se fundindo, além de causar elevação da crosta continental (altos planaltos, cadeias de montanhas) e, os terremotos.


3 - A ciência dos sismos (terremotos) propriamente dita

Na interação de choque entre duas placas, toda a tensão de contato entre as duas placas, se caso se acumular por muito tempo, pode gerar futuramente, uma liberação de força de ordens catastróficas, tudo isso a partir de um único ponto geográfico. Esse ponto geográfico é chamado de epicentro.
Essa onda de força se desloca para todas as direções, mas não de maneira uniforme, porque os diferentes tipos de rochas permitem a passagem de uma certa intensidade de vibração com menos ou mais força ou menos ou mais velocidade. Essas ondas são divididas em 4 tipos: ondas P ou ondas primárias, ondas S ou ondas secundárias, ondas L ou ondas de love e ondas R ou ondas Reyligh.


Essas ondas compõem dois grupos de ondas, as ondas R e L que são as ondas de superfície, resultado da chegada das ondas interiores a superfície terrestre, que são as ondas P e S. As ondas interiores são propriamente as ondas geradas pela fonte do terremoto. As ondas P são ondas que comprimem e esticam as rochas, as ondas S causam ondulação das rochas no sentido de cima para baixo.
As ondas R causam ondulação nas rochas tal como a que ocorre na superfície da água ao se jogar um pedra nela e por fim, as ondas L causam movimento no sentido para a esquerda ou direita das rochas ao mesmo tempo que um movimento de ondulação.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Campo Magnético Terrestre

O magnetismo é o fenômeno físico mais misterioso, em vários aspectos, apesar de esse fenômeno ser já bastante utilizado para vários tipos de tecnologias. O magnetismo influi também no nosso planeta e o magnetismo é também gerado ao mesmo tempo pelo mesmo. No entanto, para entender o mais essencial sobre o campo magnético da Terra é preciso saber o seguinte:

Um campo magnético é gerado por correntes elétricas, isso é comprovado, mesmo a ciência não sabendo ainda o porque isso acontece;
O corpo gerador do campo magnético possui dois pólos, o pólo norte e o pólo sul, esses pólos são determinantes de qual lado do campo será a zona de repulsão e qual será a zona de atração de objetos e partículas;
Quanto mais forte a intensidade da corrente, mas forte será o campo magnético;
O campo magnético se manifesta por forças de atração e repulsão e também, pode induzir a formação de mais correntes elétricas;
Correntes elétricas podem ser formadas por material metálico líquido em movimento ou substâncias iônicas em mesma situação;

Tomando por base esses conhecimentos, a muito tempo se concluiu que o campo magnético terrestre é gerado, em sua maior parte, pela movimentação do núcleo externo, que é composto de níquel e ferro líquidos. Os metais, mesmo em estado líquido, apresentam elétrons livres, isso proporciona uma corrente elétrica no mesmo sentido daquele da rotação do núcleo. A movimentação do líquido metálico é causada pela própria rotação do planeta em torno de seu eixo.


O núcleo externo serve como um dínamo gerador de campo magnético que contribui para a manutenção da vida na Terra.
Esse campo no entanto, não tem os pólos norte e sul alinhados com os pólos norte e sul geográficos e estes mudam de posição periodicamente em um período que pode durar milhões de anos, esta mudança de posição dos pólos foi descoberta por estudos geológicos do solo do fundo dos oceanos entre os anos 40 e 50 do século XX. Estes estudos mostraram que as rochas basálticas de diferentes regiões do fundo do Oceano Atlântico possuem os pólos magnéticos em sentidos diferentes quando comparadas.
A orientação desses pólos foi induzida pelas posições dos pólos norte e sul magnéticos do planeta em diferentes épocas, no entanto, o porque disso acontecer é um mistério.
O campo magnético terrestre serve como um escudo protetor contra os ventos solares e radiações cósmicas vindas de outros lugares do Espaço. O campo magnético bloqueia radiações (energia e partículas) contidas no vento solar, no entanto, nos pólos norte e sul magnéticos há vórtices que são regiões em as forças do campo declinam para dentro do planeta, provocando então o efeito contrário, atraindo as partículas e energia para a superfície terrestre.


O contato da região da atmosfera chamada ionosfera com essas radiações causa o que chamamos de aurora boreal. Mas porque ao bloquear essas radiações, o campo magnético protege a vida na Terra? Os ventos solares tem o poder de ionizarem a atmosfera e carregarem para o Espaço quantidades dessa e da água na superfície, o que seria mortal para a vida.


Os estudos mais recentes sobre esse campo, mostram que a intensidade deste vem sofrendo franco declínio, esse fato tem perturbado muitos que apóiam a teoria evolucionista das espécies animais e do tempo geológico terrestre. Se for considerada a taxa de declínio do campo e retrocedermos no tempo, fazendo uma simulação matemática, veremos que para que a intensidade do campo estivesse nos níveis de hoje, após ter sofrido um declínio, à 10.000 anos atrás teria ocorrido níveis absurdos de magnetismo que fariam com que ficássemos pregados ao chão ou a Terra seria desintegrada pelo calor intenso do campo.
Outros dizem que isso é uma afirmação precipitada, uma vez que o campo magnético poderia sofrer periodicamente ou constantemente variações para mais intenso e menos intenso.

Postado por Paulo Souza Jr.
12 de Fevereiro de 2.011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Eletricidade

A ciência revelou a muito tempo a existência das partículas, explicando também a existência do átomo e de fenômenos físicos e como esses acontecem e porque. Entre os fenômenos físicos, há a eletricidade e relacionada a ela estão os elétrons que são a partícula responsável pelo seu acontecimento.

Os elétrons são partículas que orbitam o núcleo dos átomos da matéria, tal como a conhecemos e possuem uma carga elétrica que é basicamente um padrão de energia. Os elétrons, como visto em química, possuem carga elétrica de sinal negativo, contrária a dos prótons. Essa carga é de 1.6 x 10 coulombs (cujo sinal é C) elevado a décima nona potência negativa, isso quer dizer que 10 elétrons em conjunto formam uma carga elétrica equivalente a dez vezes 1,6 x 10 elevado a -19 C.


Quando os elétrons estão livres, ou seja, quando não estão presos aos átomos, estes geram através de outras condições físicas, o fenômeno da eletricidade. Os elétrons se tornam livres dos átomos através de diversos meios físicos, o que não me atentarei a explicar aqui nesta postagem. Só falarei sobre o estímulo da própria eletricidade para tal fim no final da postagem.

Eletrização:

Quando um corpo possui em mesmo número elétrons e prótons, ou seja, cargas elétricas e positivas em mesmo nível, sejam eles livres ou em átomos, este corpo tem carga eletrostática (carga elétrica sem movimento) neutra. Isso quer dizer que um corpo se torna eletrizado negativamente, o que é o mais comum de ser ver, quando a quantidade de elétrons nesse corpo é maior que a quantidade de prótons, ficaria eletrizado positivamente, se ocorresse o contrário.
As formas mais convencionais de eletrização são três: por atrito, por contato e por indução eletrostática.


Quando aplicamos atrito entre dois corpos, um com mais afinidade pelos elétrons do que o outro, o corpo com maior condutividade elétrica ficará negativo e o corpo com menor condutividade ficará positivo, isso é eletrização por atrito. A eletrização por contato é quando uma carga eletrostática de um corpo já eletrizado é passada para outro corpo, propriamente pelo contato físico. Para explicar a terceira forma de eletrização, é necessário primeiro explicar sobre o potencial elétrostático.

Potêncial eletrostático:

Como os elétrons possuem o poder de atração por sua carga elétrica, estes assim como a Terra, exercem sobre o meio um campo de atração dessa força, como um campo gravitacional.
Portanto, qualquer corpo eletrizável que esteje dentro dos limites desse campo eletrostático, sofrerá atração se for uma partícula ou se for propriamente um corpo, terá cargas elétricas de sinal contrário ao causador do campo viradas para o mesmo e na direção contrária, as cargas de sinal contrário. Isso é indução eletrostática. Olhe a figura abaixo:


A Lei de Coulomb:

A Lei de Coulomb estabelece:

Partículas com cargas elétricas de sinais contrários se atraem;
Partículas com cargas elétricas de sinais iguais se repelem;
O vetor de força elétrica (força de atração elétrica/linha imaginária que indica a direção e sentido da força) passa pelas duas partículas;
A intensidade da força elétrica é diretamente proporcional ao produto dos módulos das cargas e inversa proporcional ao quadrado do valor da distância entre as duas partículas;
A força elétrica ainda é determinada pela constante eletrostática do meio (K), no vácuo e no ar, ela tem o valor de 9 x 10 elevado a nona potência;

Portanto a fórmula para cálculo da força elétrica é:

Portanto, um próton localizado em qualquer ponto dentro dos limites do campo eletrostático de um elétron, será atraído pelo elétron com força igual ao produto dos módulos das cargas do elétron e do próton e da constante eletrostática dividido pelo distância entre as duas partículas elevado ao quadrado.

Esse mesmo princípio é o que gera as correntes elétricas, assim como também outras formas de indução, as correntes elétricas (muitos elétrons se deslocando) se formam principalmente por meio de um condutor elétrico em potencial quando em meio a dois corpos eletrostático, funcionando como pilhas.
Esse princípio é eletrodinâmica, mas não será melhor explicado nessa postagem.

Outras considerações: 

Um corpo metálico exposto a alguma corrente elétrica pode ficar eletrizado e posteriormente poderá fornecer eletricidade ou formar eletricidade em outro corpo, já que cargas de elétrons dispostas em um corpo também podem estimular cargas eletrostáticas em outro corpo, que é a indução eletrostática.
Além disso, existem muitos outros meios de eletrização, porém pouco convencionais e envolvem processos tecnológicos muito avançados para um indivíduo qualquer ou até mesmo em alguns casos, para propriamente empresas e outras instituições. Pode-se por exemplo, simplesmente retirar os prótons dos núcleos atômicos para formar uma eletricidade de prótons para estimular corpos no mesmo meio, isso é possível com fissão nuclear com alta manipulação. Outra forma seria capturar anti-matéria no espaço e retirar dela os pósitrons que são o antagônico dos elétrons, porque tem carga de mesmo valor e sinal contrário e tem o mesmo peso, é um elétron positivo.Com isso poderia-se formar eletricidade positiva para atrair elétrons de portadores comuns de carga elétrica.

Continue visitando o Senesis e opinando sobre ele nas enquetes no final da página.

Até a próxima postagem!

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Grupo dos Halogênios

O nome halogênio é composto de "hal" (sal) e "gen" (produzir, criação).
Os halogênios são os elementos químicos que pertencem ao grupo VII da tabela periódica (coluna de
elementos químicos intitulada com o número VII), assim como no caso de outros grupos de elementos
químicos da tabela, os halogênios apresentam comportamento e propriedades químicas semelhantes.
Veja a tabela mostrando o grupo dos halogênios:


Os halogênios possuem uma forte reatividade, isso quer dizer que tem grande capacidade de reagirem
com outros elementos químicos na natureza, reagindo principalmente com sódio, portanto, só podendo
serem achados em compostos químicos na maioria dos casos.
O principal composto qúimico contendo um halogênio é o sal de cozinha, também chamado de cloreto de
sódio (cloro em ligação iônica com sódio), assim como todos os outros compostos contendo halogênios,
é principalmente achado nos oceanos e em mares interiores ou em depósitos de sal originados dos
mesmos depois que secam.

A única excessão com relação a como pode ser achado na natureza e onde pode ser achado, é o astato,
que se apresenta na forma de isótopo radioativo e quando forma compostos químicos com outros
elementos, gera um composto instável.A característica oxidante é outro fator importante a se considerar sobre os halogênios, estes retiram um elétron de um átomo com característica redutora (fornecer elétrons) para que tenham 8 elétrons no último nível (teoria do octeto) e possam se estabilizar.

Os íons de halogênios são grandes, incolores e bastante estáveis, e essa energia de ionização é
máxima no flúor e mínima no iodo. Com relação aos pontos de ebulição e fusão (pontos em que o elemento se torna gasoso e líquido respectivamente) e as características de densidade e peso atômico, todos estes, se tornam crescentes, do flúor para o iodo, no entanto, com relação a quantidade de calor necessária para
elevar a temperatura do elemento em 1ºC, varia de forma inversa.

Temos abaixo, descrições de cada um dos halogênios, separadamente:

Flúor (F):

Elemento químico com número atômico 9 e número de massa 20.
Gás amarelo pálido a temperatura ambiente, de cheiro muito irritante e tóxico, pode provocar a morte
por inalação em concentração muito baixa. O flúor reage explosivamene com o hidrogênio, formando
ácido fluorídrico (HF), mesmo a temperaturas muitíssimo baixas. É o mais reativo e eletronegativo
dos halogênios.

Cloro (Cl):

Elemento químico com número atômico 17 e número de massa 35.
É um gás verde-amarelado, que em concentração alta, é muito tóxico e assim como o flúor, tem cheiro
irritante, com efeito corrosivo no sistema respiratório. O cloro reage com quase todos os elementos,
tendo sido usado na primeira guerra mundial, como arma, propriamente por sua natureza perigosa.

Bromo (Br):

Elemento químico com número atômico 35 e número de massa 80.
O bromo é um líquido vermelho, denso, instável e volátil, que constatemente emite vapores.
Esses vapores causam os mesmos efeitos que o cloro e o flúor quando inalado, em sua forma líquida,
pode causar efeitos graves na pele. Tem a capacidade de se solubilizar em compostos apolares como o álcool. É muito obtida da água de salinas.

Iodo (I):

Elemento químico com número atômico 53 e número de massa 127.
É um sólido azul-escuro com brilho, volátil, ao se vaporizar, assume uma cor azul-violeta de odor irritante. Pouco solúvel em água, mas solúvel em compostos como o tetracloreto de carbono, clorofórmio e dissulfeto de carbono, formando uma solução de cor violeta.Tem características semi-metálicas.

Astato (At):

Elemento químico com número atômico 85 e número de massa 210.
O astato é um sólido radioativo semi-metálico que é obtido com o bombardeamento de bismuto com partículas alfa. Há normalmente traços de astato em urânio e tório, pertencendo a série radioativa desses elementos. Por causa de sua meia-vida curta, pouco se sabe sobre esse elemento, no resumo, o astato é basicamente artificial.

Continue acompanhando o Senesis para saber mais sobre a ciência e a tecnologia, não perca mais conteúdos interessantes para o seu conhecimento. Até a próxima postagem.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Definição e Classificação de Nuvens - Parte 3

Na última postagem sobre tipos de nuvens, vamos falar das nuvens existentes em grande altitude, emtre 6 a 18 Km de altitude. Essas nuvens são caracterizadas por seu aspecto de textura sedoza e por serem compostas em sua maioria, por pó de gelo.

Cirrus - nuvens com brilho sedoso, isoladas e que parecem convergir para o horizonte, podem se formar da evolução da bigorna de uma nuvem cumulusnimbus. Abaixo, a imagem de umas cirrus:


Cirrocumulus - se formam como grânulos semi-transparentes no céu, por terem formatos como das nuvens cumulus e por serem uma variação das cirrus, pela composição e altitude, estas ganharam o nome misto.
Eis uma imagem de uma cirrucumulus:


Cirrostratus - tem o mesmo aspecto leitoso e sedoso das cirrus, porém possuem maior extensão, se mostrando como um véu transparente. Eis a imagem abaixo:


Está concluída a série sobre tipos de nuvens. Continue acompanhando o Senesis para se inteirar sobre interessantes assuntos da ciência e tecnologia.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Definição e Classificação de Nuvens - Parte 2

Na segunda parte da série de postagens sobre tipos de nuvens, vamos falar das nuvens que se situam em altitude média, entre 2 a 8 Km de altitude.

Nimbostratus - os nimbostratus são nuvens caracterizadas por capas uniformes e de cor cinza-escuro, sua altura se situa geralmente a 2 Km de altitude. As nimbostratus sempre resultam em preciptação, ao contrário dos cirrostratus, altostratus e stratus e são nuvens de altitude baixa e média. As nimbostratus bloqueiam a passagem de luz solar. Abaixo, vemos uma nuvem nimbostratus.


Altostratus - são nuvens que parecem um lençol cinzento ou azulado e em algumas partes, permitem ver a luz solar. Essas nuvens são formadas por cristais de gelo e gotas de chuva. Eis a imagem abaixo:


Altocumulus - são nuvens brancas ou as vezes cinzas, que tem a forma de lâminas ou rolos fibrosos e difusos.
Através das brechas entre esses "rolos", podem se ver pedaços do céu claro. Abaixo, há a imagem de uma altocumulus:


Não percam a terceira parte dessa série sobre os tipos de nuvens, iremos falar das nuvens mais baixas da atmosfera, entre elas, a nuvem de nevoeiro. 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Definição e Tipos de Nuvens - Parte 1

As nuvens são o resultado da evaporação de parte da água que está na superfície terrestre, essas depois se condensam quando há acúmulo de ar frio na região atmosférica em que estejam.
Elas estão acima de 50% da superfície terrestre e nos pólos são mais próximas umas das outras pela constante condensação de quantidades enormes delas.

Os tipos de nuvens:

Cumulus - os cumulus são nuvens com contorno em protuberâncias bem definidas e tem grande desenvolvimento vertical. Sua base está na média de 2Km de altitude, podendo conter cristais de gelo no topo. Possuem coloração bem branca quando a luz forte do Sol é refletida por elas e podem originar pancadas de chuva, sendo também, nuvens formadas e vistas em dias bem quentes.


Cumulonimbus - essas nuvens são parecidas com os cumulus. As nuvens cumulonimbus são bastante "lisas" nas partes superiores além de terem grande extensão, outras características são a grande dimensão vertical, como os cumulus, constituídas também de grandes "torres". Nas partes mais baixas são constituídas de gotículas de água e nas partes mais altas, constituem-se de cristais de gelo, podem gerar chuvas de granizo. As partes mais altas da nuvem podem formar uma estrutura que lembra uma bigorna. Veja a imagem abaixo:


Stratocumulus - são cinzentas e esbranquiçadas, são formadas por gotículas de água e podem provocar chuvas fracas. São da forma de grânulos. Veja a imagem:

Stratus - nuvem cinzenta que provoca chuvisco. De cor cinza forte com base uniforme, costuma encobrir o sol ou a lua. Também são granuladas e desperssas no céu como os stratocumulus. Abaixo, a imagem de uma stratus:


Congestus - são quase como as cumulus a diferença é que possui bordas protuberantes no topo e considerável desenvolvimento vertical, indica profunda instabilidade e favorecimento por escoamento ciclônico em altitude. Confira a imagem abaixo:


Os tipos de nuvens descritos são aqueles que se formam e permanecem a 2Km da superfície terrestre.
Abaixo, uma imagem que mostra as diversas formas de nuvens, entre elas, as que descreveremos nas postagens seguintes: