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Descrevendo a Leucemia

Quer saber um pouco mais sobre Leucemia? Leia o post e entenda!

Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

O que é a eletricidade? Você sabe de onde de fato ela vem? Veja no post A Eletricidade e descubra mais sobre ela

O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Eletricidade

A ciência revelou a muito tempo a existência das partículas, explicando também a existência do átomo e de fenômenos físicos e como esses acontecem e porque. Entre os fenômenos físicos, há a eletricidade e relacionada a ela estão os elétrons que são a partícula responsável pelo seu acontecimento.

Os elétrons são partículas que orbitam o núcleo dos átomos da matéria, tal como a conhecemos e possuem uma carga elétrica que é basicamente um padrão de energia. Os elétrons, como visto em química, possuem carga elétrica de sinal negativo, contrária a dos prótons. Essa carga é de 1.6 x 10 coulombs (cujo sinal é C) elevado a décima nona potência negativa, isso quer dizer que 10 elétrons em conjunto formam uma carga elétrica equivalente a dez vezes 1,6 x 10 elevado a -19 C.


Quando os elétrons estão livres, ou seja, quando não estão presos aos átomos, estes geram através de outras condições físicas, o fenômeno da eletricidade. Os elétrons se tornam livres dos átomos através de diversos meios físicos, o que não me atentarei a explicar aqui nesta postagem. Só falarei sobre o estímulo da própria eletricidade para tal fim no final da postagem.

Eletrização:

Quando um corpo possui em mesmo número elétrons e prótons, ou seja, cargas elétricas e positivas em mesmo nível, sejam eles livres ou em átomos, este corpo tem carga eletrostática (carga elétrica sem movimento) neutra. Isso quer dizer que um corpo se torna eletrizado negativamente, o que é o mais comum de ser ver, quando a quantidade de elétrons nesse corpo é maior que a quantidade de prótons, ficaria eletrizado positivamente, se ocorresse o contrário.
As formas mais convencionais de eletrização são três: por atrito, por contato e por indução eletrostática.


Quando aplicamos atrito entre dois corpos, um com mais afinidade pelos elétrons do que o outro, o corpo com maior condutividade elétrica ficará negativo e o corpo com menor condutividade ficará positivo, isso é eletrização por atrito. A eletrização por contato é quando uma carga eletrostática de um corpo já eletrizado é passada para outro corpo, propriamente pelo contato físico. Para explicar a terceira forma de eletrização, é necessário primeiro explicar sobre o potencial elétrostático.

Potêncial eletrostático:

Como os elétrons possuem o poder de atração por sua carga elétrica, estes assim como a Terra, exercem sobre o meio um campo de atração dessa força, como um campo gravitacional.
Portanto, qualquer corpo eletrizável que esteje dentro dos limites desse campo eletrostático, sofrerá atração se for uma partícula ou se for propriamente um corpo, terá cargas elétricas de sinal contrário ao causador do campo viradas para o mesmo e na direção contrária, as cargas de sinal contrário. Isso é indução eletrostática. Olhe a figura abaixo:


A Lei de Coulomb:

A Lei de Coulomb estabelece:

Partículas com cargas elétricas de sinais contrários se atraem;
Partículas com cargas elétricas de sinais iguais se repelem;
O vetor de força elétrica (força de atração elétrica/linha imaginária que indica a direção e sentido da força) passa pelas duas partículas;
A intensidade da força elétrica é diretamente proporcional ao produto dos módulos das cargas e inversa proporcional ao quadrado do valor da distância entre as duas partículas;
A força elétrica ainda é determinada pela constante eletrostática do meio (K), no vácuo e no ar, ela tem o valor de 9 x 10 elevado a nona potência;

Portanto a fórmula para cálculo da força elétrica é:

Portanto, um próton localizado em qualquer ponto dentro dos limites do campo eletrostático de um elétron, será atraído pelo elétron com força igual ao produto dos módulos das cargas do elétron e do próton e da constante eletrostática dividido pelo distância entre as duas partículas elevado ao quadrado.

Esse mesmo princípio é o que gera as correntes elétricas, assim como também outras formas de indução, as correntes elétricas (muitos elétrons se deslocando) se formam principalmente por meio de um condutor elétrico em potencial quando em meio a dois corpos eletrostático, funcionando como pilhas.
Esse princípio é eletrodinâmica, mas não será melhor explicado nessa postagem.

Outras considerações: 

Um corpo metálico exposto a alguma corrente elétrica pode ficar eletrizado e posteriormente poderá fornecer eletricidade ou formar eletricidade em outro corpo, já que cargas de elétrons dispostas em um corpo também podem estimular cargas eletrostáticas em outro corpo, que é a indução eletrostática.
Além disso, existem muitos outros meios de eletrização, porém pouco convencionais e envolvem processos tecnológicos muito avançados para um indivíduo qualquer ou até mesmo em alguns casos, para propriamente empresas e outras instituições. Pode-se por exemplo, simplesmente retirar os prótons dos núcleos atômicos para formar uma eletricidade de prótons para estimular corpos no mesmo meio, isso é possível com fissão nuclear com alta manipulação. Outra forma seria capturar anti-matéria no espaço e retirar dela os pósitrons que são o antagônico dos elétrons, porque tem carga de mesmo valor e sinal contrário e tem o mesmo peso, é um elétron positivo.Com isso poderia-se formar eletricidade positiva para atrair elétrons de portadores comuns de carga elétrica.

Continue visitando o Senesis e opinando sobre ele nas enquetes no final da página.

Até a próxima postagem!

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Grupo dos Halogênios

O nome halogênio é composto de "hal" (sal) e "gen" (produzir, criação).
Os halogênios são os elementos químicos que pertencem ao grupo VII da tabela periódica (coluna de
elementos químicos intitulada com o número VII), assim como no caso de outros grupos de elementos
químicos da tabela, os halogênios apresentam comportamento e propriedades químicas semelhantes.
Veja a tabela mostrando o grupo dos halogênios:


Os halogênios possuem uma forte reatividade, isso quer dizer que tem grande capacidade de reagirem
com outros elementos químicos na natureza, reagindo principalmente com sódio, portanto, só podendo
serem achados em compostos químicos na maioria dos casos.
O principal composto qúimico contendo um halogênio é o sal de cozinha, também chamado de cloreto de
sódio (cloro em ligação iônica com sódio), assim como todos os outros compostos contendo halogênios,
é principalmente achado nos oceanos e em mares interiores ou em depósitos de sal originados dos
mesmos depois que secam.

A única excessão com relação a como pode ser achado na natureza e onde pode ser achado, é o astato,
que se apresenta na forma de isótopo radioativo e quando forma compostos químicos com outros
elementos, gera um composto instável.A característica oxidante é outro fator importante a se considerar sobre os halogênios, estes retiram um elétron de um átomo com característica redutora (fornecer elétrons) para que tenham 8 elétrons no último nível (teoria do octeto) e possam se estabilizar.

Os íons de halogênios são grandes, incolores e bastante estáveis, e essa energia de ionização é
máxima no flúor e mínima no iodo. Com relação aos pontos de ebulição e fusão (pontos em que o elemento se torna gasoso e líquido respectivamente) e as características de densidade e peso atômico, todos estes, se tornam crescentes, do flúor para o iodo, no entanto, com relação a quantidade de calor necessária para
elevar a temperatura do elemento em 1ºC, varia de forma inversa.

Temos abaixo, descrições de cada um dos halogênios, separadamente:

Flúor (F):

Elemento químico com número atômico 9 e número de massa 20.
Gás amarelo pálido a temperatura ambiente, de cheiro muito irritante e tóxico, pode provocar a morte
por inalação em concentração muito baixa. O flúor reage explosivamene com o hidrogênio, formando
ácido fluorídrico (HF), mesmo a temperaturas muitíssimo baixas. É o mais reativo e eletronegativo
dos halogênios.

Cloro (Cl):

Elemento químico com número atômico 17 e número de massa 35.
É um gás verde-amarelado, que em concentração alta, é muito tóxico e assim como o flúor, tem cheiro
irritante, com efeito corrosivo no sistema respiratório. O cloro reage com quase todos os elementos,
tendo sido usado na primeira guerra mundial, como arma, propriamente por sua natureza perigosa.

Bromo (Br):

Elemento químico com número atômico 35 e número de massa 80.
O bromo é um líquido vermelho, denso, instável e volátil, que constatemente emite vapores.
Esses vapores causam os mesmos efeitos que o cloro e o flúor quando inalado, em sua forma líquida,
pode causar efeitos graves na pele. Tem a capacidade de se solubilizar em compostos apolares como o álcool. É muito obtida da água de salinas.

Iodo (I):

Elemento químico com número atômico 53 e número de massa 127.
É um sólido azul-escuro com brilho, volátil, ao se vaporizar, assume uma cor azul-violeta de odor irritante. Pouco solúvel em água, mas solúvel em compostos como o tetracloreto de carbono, clorofórmio e dissulfeto de carbono, formando uma solução de cor violeta.Tem características semi-metálicas.

Astato (At):

Elemento químico com número atômico 85 e número de massa 210.
O astato é um sólido radioativo semi-metálico que é obtido com o bombardeamento de bismuto com partículas alfa. Há normalmente traços de astato em urânio e tório, pertencendo a série radioativa desses elementos. Por causa de sua meia-vida curta, pouco se sabe sobre esse elemento, no resumo, o astato é basicamente artificial.

Continue acompanhando o Senesis para saber mais sobre a ciência e a tecnologia, não perca mais conteúdos interessantes para o seu conhecimento. Até a próxima postagem.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Definição e Classificação de Nuvens - Parte 3

Na última postagem sobre tipos de nuvens, vamos falar das nuvens existentes em grande altitude, emtre 6 a 18 Km de altitude. Essas nuvens são caracterizadas por seu aspecto de textura sedoza e por serem compostas em sua maioria, por pó de gelo.

Cirrus - nuvens com brilho sedoso, isoladas e que parecem convergir para o horizonte, podem se formar da evolução da bigorna de uma nuvem cumulusnimbus. Abaixo, a imagem de umas cirrus:


Cirrocumulus - se formam como grânulos semi-transparentes no céu, por terem formatos como das nuvens cumulus e por serem uma variação das cirrus, pela composição e altitude, estas ganharam o nome misto.
Eis uma imagem de uma cirrucumulus:


Cirrostratus - tem o mesmo aspecto leitoso e sedoso das cirrus, porém possuem maior extensão, se mostrando como um véu transparente. Eis a imagem abaixo:


Está concluída a série sobre tipos de nuvens. Continue acompanhando o Senesis para se inteirar sobre interessantes assuntos da ciência e tecnologia.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Definição e Classificação de Nuvens - Parte 2

Na segunda parte da série de postagens sobre tipos de nuvens, vamos falar das nuvens que se situam em altitude média, entre 2 a 8 Km de altitude.

Nimbostratus - os nimbostratus são nuvens caracterizadas por capas uniformes e de cor cinza-escuro, sua altura se situa geralmente a 2 Km de altitude. As nimbostratus sempre resultam em preciptação, ao contrário dos cirrostratus, altostratus e stratus e são nuvens de altitude baixa e média. As nimbostratus bloqueiam a passagem de luz solar. Abaixo, vemos uma nuvem nimbostratus.


Altostratus - são nuvens que parecem um lençol cinzento ou azulado e em algumas partes, permitem ver a luz solar. Essas nuvens são formadas por cristais de gelo e gotas de chuva. Eis a imagem abaixo:


Altocumulus - são nuvens brancas ou as vezes cinzas, que tem a forma de lâminas ou rolos fibrosos e difusos.
Através das brechas entre esses "rolos", podem se ver pedaços do céu claro. Abaixo, há a imagem de uma altocumulus:


Não percam a terceira parte dessa série sobre os tipos de nuvens, iremos falar das nuvens mais baixas da atmosfera, entre elas, a nuvem de nevoeiro. 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Definição e Tipos de Nuvens - Parte 1

As nuvens são o resultado da evaporação de parte da água que está na superfície terrestre, essas depois se condensam quando há acúmulo de ar frio na região atmosférica em que estejam.
Elas estão acima de 50% da superfície terrestre e nos pólos são mais próximas umas das outras pela constante condensação de quantidades enormes delas.

Os tipos de nuvens:

Cumulus - os cumulus são nuvens com contorno em protuberâncias bem definidas e tem grande desenvolvimento vertical. Sua base está na média de 2Km de altitude, podendo conter cristais de gelo no topo. Possuem coloração bem branca quando a luz forte do Sol é refletida por elas e podem originar pancadas de chuva, sendo também, nuvens formadas e vistas em dias bem quentes.


Cumulonimbus - essas nuvens são parecidas com os cumulus. As nuvens cumulonimbus são bastante "lisas" nas partes superiores além de terem grande extensão, outras características são a grande dimensão vertical, como os cumulus, constituídas também de grandes "torres". Nas partes mais baixas são constituídas de gotículas de água e nas partes mais altas, constituem-se de cristais de gelo, podem gerar chuvas de granizo. As partes mais altas da nuvem podem formar uma estrutura que lembra uma bigorna. Veja a imagem abaixo:


Stratocumulus - são cinzentas e esbranquiçadas, são formadas por gotículas de água e podem provocar chuvas fracas. São da forma de grânulos. Veja a imagem:

Stratus - nuvem cinzenta que provoca chuvisco. De cor cinza forte com base uniforme, costuma encobrir o sol ou a lua. Também são granuladas e desperssas no céu como os stratocumulus. Abaixo, a imagem de uma stratus:


Congestus - são quase como as cumulus a diferença é que possui bordas protuberantes no topo e considerável desenvolvimento vertical, indica profunda instabilidade e favorecimento por escoamento ciclônico em altitude. Confira a imagem abaixo:


Os tipos de nuvens descritos são aqueles que se formam e permanecem a 2Km da superfície terrestre.
Abaixo, uma imagem que mostra as diversas formas de nuvens, entre elas, as que descreveremos nas postagens seguintes: