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A Eletricidade

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domingo, 24 de abril de 2011

Fim do Mundo ou Fim de um Ciclo?: A Profecia Maia para 2012

Os maias foram um povo da América pré-colombiana, que de forma misteriosa, desenvolveram um surpreendente conhecimento sobre astronomia, com base nesses conhecimentos, criaram profecias sobre o futuro de seu povo e da humanidade e o que conduziria o futuro destes através dos tempos.


Os maias profetizaram que a cada 5.125 anos, o Sol recebe um raio vindo do centro da galáxia, o que muda sua polarização, alterando as condições climáticas da Terra, com isso, os maias acreditavam que eles eram a quinta civilização iluminada pelo Sol, então tiveram outras 4 anteriores que foram destruídas pelas alterações naturais do Sol e da Terra. Essa profecia segue o que era determinado por esse povo, de que a galáxia segue um ciclo imutável.


As alterações no Sol mudarão o eixo de rotação da Terra, no entanto, mesmo com o que foi explicado acima, o fim do ciclo no dia 22 de dezembro de 2012, não significa necessariamente o fim da humanidade ou da Terra, mas pode ser interpretado como o fim de um ciclo para o início de outro com mudanças para a humanidade. Segundo estudiosos, o início do ciclo atual foi no ano 3113 a.c, data que é muito aproximada do que seria a da época do grande dilúvio.


Portanto, pensar no evento de 2012 como o fim do mundo, é se precipitar e ser guiado pelo sensacionalismo da mídia, uma vez que as profecias maias tem o objetivo de trazer uma orientação para a esperança e conscientização, segundo os estudiosos de áreas afins. São 7 profecias ao todo, que indicam uma mudança devido as alterações nas vibrações de harmonia. Como assim? O raio vindo do centro da galáxia produzirá alterações mentais em cada um de nós, que permitirá com que cada um possa voluntariamente quebrar suas limitações, melhorando-se espiritualmente. Para melhor compreender essa teoria, visite: http://www.evoluindo.org/previsoes/os-maias-apontam-2012-como-o-fim-de-um-ciclo-na-terra .

O Planeta X:


O tal Planeta X tem vários nomes: para os sumérios, ele era Nibiru, os babilônios o chamavam de Marduk, os gnósticos, de Hercólubus, os maias, de Estrela Baal, e atualmente os cientistas o chamam de Planeta X.
Várias mitologias e até religiões mencionavam este astro, ele tem sido o principal agente destrutivo teórico da teoria do fim do mundo de 2012, e que segundo crédulos, este planeta tem órbita próxima da Terra, em forma elíptica e seria do tamanho de Júpiter. Pelo fato de sua órbita ser muito excêntrica e longa, por isso, esse planeta nunca teria antes sido avistado e na maior parte do tempo ter estado distante da Terra.
Há muitos e muitos boatos, teorias e até profecias, de como esse astro afetaria a Terra ao se aproximar demais, da forma mais realista, provocaria um efeito gravitacional brutal, atraindo a Terra e toda a sua água superficial, além de tudo que tem de mais pesado sobre a superfície terrestre.


No entanto, o que tem sido visto na internet é uma grande quantidade de explicações de pseudociência pouco claras e infundadas, sem coerência, sobre porque esse astro afetaria a Terra e do porque de sua existência e evidências de tal.


Em um desses textos, foi afirmado que Nibiru seria o inferno dito em algumas religiões e em outros é dito que Nibiru é de onde vem a raça extraterrestre que teria criado a humanidade e que viria de lá para nos escravizar. Todo esse conjunto de teorias e afirmações loucas, tem origem na interpretação que o arqueólogo Zacaria Sitchin fez de antigos escritos sumérios. Há vários links que podem ser visitados para melhor compreender esse universo de teorias (diga-se de passagem, absurdas e hilariantes)  . Eles estão abaixo:
http://nebulosabar.com/blog/nibiru-nao-existe/
http://wwo.uai.com.br/UAI/html/sessao_11/2008/07/25/em_noticia_interna,id_sessao=11&id_noticia=73118/em_noticia_interna.shtml
http://paranoiatotal.wordpress.com/2008/04/01/nibiru-farsa-sumerica/
http://realidadeoculta.blog.com/2010/08/22/nibiru-e-real/
http://www.planetx.com.br/2010/01/nasa-responde-parte-1/

Há ainda muitos outros sites e páginas da web falando sobre o tal Nibiru.
Até a próxima postagem. 

domingo, 10 de abril de 2011

Os terremotos

Os terremotos são conhecidos como um dos fenômenos naturais de efeito negativo para as populações no mundo, e além disso, pouco se sabe por parte de muitos, como eles ocorrem.
Muitos atribuem a exploração de petróleo e gás como uma causa para os terremotos, mas esta afirmação é errada, já que o evento causador dos terremotos é algo que abrange dimensões geográficas muitos maiores.

Como acontecem os terremotos?

1 - As placas tectônicas

A crosta terrestre, que é a camada da Terra sobre a qual pisamos, não é contínua, ela é dividida em várias camadas, que na verdade são denominadas como placas.


Essas placas, de dimensões continentais, flutuam sobre a camada que vem logo abaixo da crosta, que é a astenosfera, que é como uma parte semi-líquida da crosta (composta de magma).

2 - Ciência de tectônica de placas propriamente dita

As placas tectônicas da crosta não são estacionárias, elas se movimentam para qualquer direção dependendo  do sentido do movimento de lava da astenosfera. Esse fluxo acontece pelo deslocamento de lava mais quente das regiões mais profundas da astenosfera, que se eleva para cima e pelo deslocamento no sentido contrário de lava mais fria das regiões mais próximas a crosta terrestre.
Com essa flutuação "inquieta" das placas, duas ou mais placas podem estar se movimentando no sentido de se chocarem ou de se afastarem. É preciso considerar ainda que existem dois tipos de placas tectônicas: as placas continentais e as placas oceânicas, o fato é que se uma placa ou a outra é continental ou oceânica, isso irá interferir no efeito que ocorrerá caso elas se afastem ou se choquem.


Geralmente, os terremotos ocorrem quando uma placa oceânica está se chocando com uma placa continental, a placa oceânica submerge sob a placa continental, por ser mais densa, mergulhando para a astenosfera e se fundindo, além de causar elevação da crosta continental (altos planaltos, cadeias de montanhas) e, os terremotos.


3 - A ciência dos sismos (terremotos) propriamente dita

Na interação de choque entre duas placas, toda a tensão de contato entre as duas placas, se caso se acumular por muito tempo, pode gerar futuramente, uma liberação de força de ordens catastróficas, tudo isso a partir de um único ponto geográfico. Esse ponto geográfico é chamado de epicentro.
Essa onda de força se desloca para todas as direções, mas não de maneira uniforme, porque os diferentes tipos de rochas permitem a passagem de uma certa intensidade de vibração com menos ou mais força ou menos ou mais velocidade. Essas ondas são divididas em 4 tipos: ondas P ou ondas primárias, ondas S ou ondas secundárias, ondas L ou ondas de love e ondas R ou ondas Reyligh.


Essas ondas compõem dois grupos de ondas, as ondas R e L que são as ondas de superfície, resultado da chegada das ondas interiores a superfície terrestre, que são as ondas P e S. As ondas interiores são propriamente as ondas geradas pela fonte do terremoto. As ondas P são ondas que comprimem e esticam as rochas, as ondas S causam ondulação das rochas no sentido de cima para baixo.
As ondas R causam ondulação nas rochas tal como a que ocorre na superfície da água ao se jogar um pedra nela e por fim, as ondas L causam movimento no sentido para a esquerda ou direita das rochas ao mesmo tempo que um movimento de ondulação.