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domingo, 18 de março de 2012

Sistema Digestório (Digestão) Parte 1



Sistema Digestório (Digestão)

O sistema digestório que iremos estudar aqui é o sistema digestório humano.


Os órgãos do sistema digestório propiciam a ingestão e nutrição do que ingerimos, permitindo com que seja feita a absorção de nutrientes, além da eliminação de partículas não utilizadas pelo nosso organismo.

Para que haja a digestão, o alimento deve passar por modificações físicas e químicas ao longo deste processo, iniciado na boca e terminando no intestino.



1 - A boca 

É o primeiro órgão do aparelho digestivo.
Possui duas estruturas importantes para a digestão: a língua e os dentes



A Língua é um órgão musculoso, dotado de muita mobilidade para poder misturar os alimentos com saliva e permitir a mastigação e ainda serve para engolir os alimentos, ou seja, para a deglutição. 

Na superfície da língua existem dezenas de papilas gustativas, cujas células sensoriais percebem os quatro sabores primários: amargo , azedo ou ácido, salgado e doce. 



As glândulas salivares
A presença de alimento na boca, assim como sua visão e cheiro, estimulam as glândulas salivares a secretar saliva, que contém a enzima amilase salivar ou ptialina, além de sais e outras substâncias. A amilase salivar digere o amido e outros polissacarídeos (como o glicogênio), reduzindo-os em moléculas de maltose (dissacarídeo). Três pares de glândulas salivares lançam sua secreção na cavidade bucal: parótida, submandibular e sublingual.
O sais da saliva neutralizam substâncias ácidas e mantêm, na boca, um pH neutro (7,0) a levemente ácido (6,7), ideal para a ação da ptialina. 
Os dentes são estruturas calcárias que cortam e trituram os alimentos, facilitando o processo digestivo.
Todos os dentes apresentam três regiões:
A Coroa: É a parte visível na boca.
O Colo: É a parte intermediária entre a coroa e a raiz.
A Raiz: É a parte que fixa os dentes nos maxilares. Alguns deles possuem mais de uma raiz.

2 - Faringe – Esôfago 



O alimento, que se transforma em bolo alimentar, é empurrado pela língua para o fundo da faringe, sendo encaminhado para o esôfago, impulsionado pelas ondas peristálticas, levando entre 5 e 10 segundos para percorrer o esôfago até o estomago.
A faringe é um órgão comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório. Isso quer dizer que, pela faringe, tanto pode passar o ar durante a respiração, como os alimentos na digestão.
O fluxo de ar ou de alimentos é controlado por uma cartilagem chamadaepiglote. A epiglote funciona como uma espécie de válvula da laringe, que é um dos órgãos do aparelho respiratório.
Durante a deglutição, a laringe se eleva, enquanto que a epiglote se abaixa, fechando a entrada da laringe e permitindo a passagem do alimento para o esôfago.
Durante a respiração, a epiglote se eleva, mantendo a laringe aberta e permitindo a passagem do ar.
Durante as ondas dos peristaltismo, você pode ficar de cabeça para baixo e, mesmo assim, seu alimento chegará ao intestino. Entra em ação um mecanismo para fechar a laringe, evitando que o alimento penetre nas vias respiratórias.
Quando a cárdia (anel muscular, esfíncter) se relaxa, permite a passagem do alimento para o interior do estômago.

3 - Estômago e suco gástrico

No estômago, o alimento é misturado com a secreção estomacal, o suco gástrico (solução rica em ácido clorídrico e em enzimas (pepsina e renina).
A pepsina decompõem as proteínas em peptídeos pequenos. A renina, produzida em grande quantidade no estômago de recém-nascidos, separa o leite em frações líquidas e sólidas.
 O estômago produz cerca de três litros de suco gástrico por dia. O alimento pode permanecer no estômago por até quatro horas ou mais e se mistura ao suco gástrico auxiliado pelas contrações da musculatura estomacal. O bolo alimentar transforma-se em uma massa acidificada e semilíquida, o quimo.
Passando por um esfíncter muscular (o piloro), o quimo vai sendo, aos poucos, liberado no intestino delgado, onde ocorre a parte mais importante da digestão.


Na próxima postagem intestino e os outros órgãos anexos a digestão.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aparelho_digestivo 
http://www.afh.bio.br/digest/digest1.asp 
http://www.brasilescola.com/biologia/sistema-digestivo.htm 
http://www.colegioweb.com.br/biologia/sistema-digestorio.html 
http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/anatomia/sistema_digestivo/sistema_digestivo.html 
http://www.webciencia.com/11_22digestao.htm 
http://www.auladeanatomia.com/digestorio/sistemadigestorio.htm 
http://www.elizabethmanguino.com.br/pt/duv_03.html 
http://www.studiomel.com/20.html 
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/estomago.html 

terça-feira, 6 de março de 2012

Química Orgânica - Parte 4


Olá pessoal. Continuando a série de postagens sobre química orgânica, explicaremos nessa nova postagem um aprofundamento sobre a nomenclatura de compostos químicos orgânicos de cadeia ramificada.
Na postagem anterior, foi explicado como nomear compostos químicos orgânicos ramificados de cadeia somente com ligações simples, nessa postagem explicaremos como nomear esses compostos quando tem cadeia saturada (com duplas e triplas ligações) e também nos aprofundaremos no estudo dos radicais.

Começaremos pelo primeiro exemplo:


Note que nesse exemplo não vemos tipos comuns de radicais nomeados como metil ou etil por exemplo, como foi explicado na postagem anterior. São radicais que estão ligados por um átomo de carbono central e ligado a dois outros átomos de carbono nas duas extremidades. Neste caso esse radical recebe em seu nome, o prefixo "iso". No primeiro exemplo da imagem, o da esquerda, o radical é um propil, então este recebe o nome de isopropil. No segundo exemplo, há quatro átomos no radical que está ligado à cadeia principal pelo átomo de carbono central, também é um iso, sendo que também é um butil, portanto, isobutil.

Veja agora este exemplo:

Como vemos na figura, temos uma molécula de um alceno de cadeia ramificada, a maior cadeia já está disposta em forma retilínea e horizontal. Este é um nonadieno porque possui nove átomos de carbono da maior cadeia e "dieno" porque possui duas duplas ligações na mesma cadeia.
É necessário contar os carbonos não só para verificar qual é o tipo básico do composto como já foi determinado, mas também para determinar as posições dos radicais e também das duplas ligações, como é na direita da cadeia que está a dupla ligação mais próxima da extremidade, e até mesmo, é na própria extremidade, é de onde nos vamos começar a contagem dos átomos de carbono, portanto, da direita para a esquerda. Como a primeira dupla ligação é no primeiro átomo de carbono e a segunda dupla ligação é no sétimo, então este composto é um 1,7-nonadieno. Agora falta definir as numerações dos radicais, assim sendo, estes são, pela mesma ordem de contagem de átomos: 3,4,5,6,7.
Porém vemos que no terceiro átomo estão localizados dois radicais, damos no nome com o prefixo "di", como são dois metis, então fica como 3-dimetil, seguindo adiante identificamos os outros radicais como 4-metil, 5-propil, e então nos deparamos com mais um desafio: em que notamos um radical ramificado, neste caso, é o segundo átomo de carbono desse radical que está ligado a cadeia principal portanto damos o prefixo "sec" quando que o radical possui 5 átomos de carbono ao todo, portanto é um 6-sec-pentil e por último temos um 7-isopropil. No resumo, o nome do composto é: 3-dimetil-4-metil-5-propil-6-sec-pentil-7-isopropil-1,7-nonadieno.

Na próxima postagem, farei a minha última explicação sobre química orgânica. Muito obrigado a todos aqueles que acompanham o blog e que acompanham essa postagem. Até a próxima!



Fontes: