Um físico da Universidade Estadual de Washington, Brooks Harrop, propôs uma idéia que pode otimizar muito a utilização de energia elétrica no mundo, além de contribuir com uma solução contra o aquecimento global, consta da geração de energia elétrica a partir do vento solar por intermédio de um satélite devidamente equipado. No caso, o satélite que seria usado, já tem até nome: Dyson-Harrop.
Primeiramente, deve-se entender o que é o vento solar. O vento solar é uma emissão de partículas, incluindo aquelas sub-atômicas e outras não sub-atômicas emitidas pela conversão de massa por energia ocorrido no Sol que varre o Sistema Solar até se dissipar pela resto do Espaço Sideral.
Metade das partículas existentes no vento solar são elétrons, constituintes dos átomos e que compõem a eletricidade e conseqüentemente as correntes elétricas. Os elétrons serão capturados do vento solar por meio de um fio metálico esticado para a direção do Sol e carregado com uma corrente elétrica gerando um campo magnético, que atrai os elétrons. Essa corrente elétrica é gerada por um receptor metálico esférico que no início de sua operação, é independente, mas depois, é alimentado pelos próprios elétrons capturados do vento solar, tornando o sistema autossustentável. A partir daí, o excesso de corrente elétrica alimenta um laser infravermelho que estaria apontado para antenas parabólicas na superfície terrestre que recolheriam a energia, porém esse feixe precisaria ser perfeitamente preciso para não haver perdas.
Harrop, considerando as dimensões de um satélite dos maiores possíveis de serem construídos na Terra e com o sistema de captura de energia em tamanho proporcional, afirmou que possibilita a obtenção de 100 bilhões de vezes mais energia do que hoje a humanidade necessita.
É ou não é uma grande solução? É, mas para garantir que o feixe infravermelho não chegasse a Terra difuso demais (expandido, como a luz se expande se for gerada de muito longe), seria necessária um lente de 10 a 100 Km de diâmetro, algo impossível de ser fabricado nos dias atuais. O problema do feixe chegar a Terra de forma muito difusa, é que a energia gerada por este em um ponto qualquer da Terra, seria menor do que a luz do luar. Quanto ao resto da tecnologia necessária, esta já é concebível.
Para saber mais detalhes desta idéia revolucionária, basta acessar o site Inovação e Tecnologia, pelo endereço: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-vento-solar&id=010115101008
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domingo, 10 de outubro de 2010
O Cimento Magnesiano
Um grupo de pesquisadores da USP em São Paulo desenvolveram um novo tipo de material para a construção civil, um novo tipo de cimento constituído principalmente de óxido de magnésio, denominado cimento magnesiano. O cimento mais eficiente e eficaz existente hoje é o cimento portland que é usado por exemplo na exploração de petróleo e gás e na composição do fibrocimento como aglomerante. O cimento magnesiano poderá substituir o cimento portland em até 80%.
As características de destaque que estimulam a utilização do cimento magnesiano e que reforçam a importância de sua invenção é que sua produção produz menos emissões de dióxido de carbono e não só isso, ele consegue capturar mais carbono do ambiente, além disso, ele é menos alcalino que o cimento convencional e tem menor custo, em resumo, é menos agressivo ao meio ambiente e economicamente mais compensatório. A utilização do cimento magnesiano não será para fins estruturais, mas para artefatos e elementos construtivos, como telhas.
Para saber mais sobre o cimento magnesiano, acessem a página do site Inovação e Tecnologia onde há o texto completo: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cimento-alternativo-magnesiano&id=010160101007
As características de destaque que estimulam a utilização do cimento magnesiano e que reforçam a importância de sua invenção é que sua produção produz menos emissões de dióxido de carbono e não só isso, ele consegue capturar mais carbono do ambiente, além disso, ele é menos alcalino que o cimento convencional e tem menor custo, em resumo, é menos agressivo ao meio ambiente e economicamente mais compensatório. A utilização do cimento magnesiano não será para fins estruturais, mas para artefatos e elementos construtivos, como telhas.
Para saber mais sobre o cimento magnesiano, acessem a página do site Inovação e Tecnologia onde há o texto completo: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cimento-alternativo-magnesiano&id=010160101007
domingo, 3 de outubro de 2010
Os lagos de Titã
Titã é uma das luas de Saturno, e é o único satélite do Sistema Solar que possui uma atmosfera e além disso, 10 vezes mais densa que a que a Terra possui. A sonda Cassini-Huygens, lançada a 5 anos atrás e que foi uma colaboração entre a Agência Espacial Européia e a NASA, revelou através da atmosfera daquele satélite, uma paisagem repleta de montanhas, vales e lagos.
Na época, quanto aos lagos, chegou a ser cogitada a possibilidade de que seriam compostos por água e isso reforçou as teorias de que Titã serviria como um laboratório para entender como a vida surgiu na Terra. Mas, segundo novas análises, as perspectivas mudaram. Veja abaixo parte do texto publicado pelo site da Revista Época, que pode ser visualizado no endereço: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI173925-15224,00.html:
"Um pesquisador da missão, Akiva Bar-Nun, da Universidade de Tel Aviv, determinou a composição desses lagos. Levando em consideração os componentes químicos da atmosfera de Titã, ele demonstrou que os lagos não são compostos por água, mas por hidrocarbonetos líquidos, como etano e metano, que também são encontrados na Terra em reservas de petróleo e gás. Sua análise aprofundada da composição química da atmosfera de Titã e seus lagos foi publicada recentemente no Journal of Geophysical Research – Planets.
"A atmosfera de Titã é única e não inclui nitrogênio e oxigênio como a da Terra, mas nitrogênio e metano", diz Bar-Nun. A irradiação solar na atmosfera da lua de Saturno produz uma variedade de gases hidrocarbonetos, que são condensados e caem na superfície. Uma vez que atingem a superfície fria de Titã eles liquifazem, transformam-se em chuva e se acumulam em lagos. "Mas você não ia querer dar um mergulho neles nas férias de verão", afirma o cientista, em tom de brincadeira.
A irradiação solar mais esses hidrocarbonetos na atmosfera produzem minúsculos glóbulos de polímeros, ou aerossóis, que dão a Titã seu famoso brilho laranja. Os processos químicos em Titã são diferentes dos que ocorrem na Terra porque no ar de lá não há vapor de água – por isso seus lagos não têm água. Isso faz desmoronar as alegações frequentes de que Titã poderia ser um laboratório para saber como surgiu a vida na Terra."
Na época, quanto aos lagos, chegou a ser cogitada a possibilidade de que seriam compostos por água e isso reforçou as teorias de que Titã serviria como um laboratório para entender como a vida surgiu na Terra. Mas, segundo novas análises, as perspectivas mudaram. Veja abaixo parte do texto publicado pelo site da Revista Época, que pode ser visualizado no endereço: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI173925-15224,00.html:
"Um pesquisador da missão, Akiva Bar-Nun, da Universidade de Tel Aviv, determinou a composição desses lagos. Levando em consideração os componentes químicos da atmosfera de Titã, ele demonstrou que os lagos não são compostos por água, mas por hidrocarbonetos líquidos, como etano e metano, que também são encontrados na Terra em reservas de petróleo e gás. Sua análise aprofundada da composição química da atmosfera de Titã e seus lagos foi publicada recentemente no Journal of Geophysical Research – Planets.
"A atmosfera de Titã é única e não inclui nitrogênio e oxigênio como a da Terra, mas nitrogênio e metano", diz Bar-Nun. A irradiação solar na atmosfera da lua de Saturno produz uma variedade de gases hidrocarbonetos, que são condensados e caem na superfície. Uma vez que atingem a superfície fria de Titã eles liquifazem, transformam-se em chuva e se acumulam em lagos. "Mas você não ia querer dar um mergulho neles nas férias de verão", afirma o cientista, em tom de brincadeira.
A irradiação solar mais esses hidrocarbonetos na atmosfera produzem minúsculos glóbulos de polímeros, ou aerossóis, que dão a Titã seu famoso brilho laranja. Os processos químicos em Titã são diferentes dos que ocorrem na Terra porque no ar de lá não há vapor de água – por isso seus lagos não têm água. Isso faz desmoronar as alegações frequentes de que Titã poderia ser um laboratório para saber como surgiu a vida na Terra."
domingo, 26 de setembro de 2010
Série de Vídeos sobre o Aquecimento Global
O aquecimento global é o principal tema deste início de século XXI, são previsões de um apocalipse que pode ser causado pelo estilo de vida consumista e materialista que vive nossa sociedade, que obriga ao forte consumo de combustíveis fósseis e a produção industrial em massa, que gera emissões de gases do efeito estufa. Os efeitos do aquecimento do planeta são projetados para daqui a pouco menos de 100 anos.
A ABC exibiu uma série de vídeos em que as consequências graduais causadas pelo aquecimento global, do ano de 2.009 (ano de criação dos vídeos) até 2.100, são contados por meio da história da vida de Lucy, a personagem principal do vídeo. Para visualizar os vídeos, que estão postados no youtube e estão com o título "Terra 2.100: nosso planeta em 100 anos", acesse: http://www.youtube.com/results?search_query=terra+2100&aq=f
São 8 vídeos que compõem a série e estão em geral aproximados nas páginas de resultados de buscas.
Abaixo está o primeiro vídeo da série.
domingo, 12 de setembro de 2010
O Novo Aplicativo do Ipad
Nesta nova postagem do Senesis, vamos falar de um novo aplicativo do Ipad que revoluciona a forma de editar músicas no iOS. O artigo foi publicado originalmente pelo G1 da Globo.
O Improvox é um novo aplicativo do iPad desenvolvido pelo pianista Robert Taub e sua empresa MuseAmi. Robert Taub é pianista concertista, e há 5 ou 6 anos trabalha nas tecnologias que suportam um novo aplicativo para iPad ou iPod.
O Improvox não é bem um karaokê. É mais como um instrumento que ajuda enquanto se tenta cantar. São muitos efeitos de estúdio de gravação embutidos em um único aplicativo com uma interface muito simples.
Qualquer pessoa pode usar. São dois campos. O da harmonia muda o conteúdo harmônico do resultado. O dos efeitos inclui reverberação, eco, som de caverna. Pode-se mudar o estilo da harmonia usando botões e mudar o modo da escala de maior para menor usando as carinhas. Basta colocar os fones de ouvido e cantar no microfone. Enquanto isso, é possível ouvir harmonias a quatro vozes em estéreo.
Para ver o artigo completo, acesse: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/09/novo-aplicativo-do-ipad-permite-desconstruir-musicas.html
O improvox é uma inovação que segue a tendência de avanço da tecnologia neste início de século, que é a evolução dos aparelhos portáteis na parte de multimídia e telefonia móvel.
E mais uma vez a tecnologia está contribuindo para a extinção de formas de sustento, de ganhar dinheiro, de profissões. Muita coisa que era feita ou ainda é feita em um estúdio de gravação já pode ser realizada em aparelho para uso pessoal, provocando uma mudança drástica nas práticas de mercado, em especial, o musical e promocional da música, e ainda, nos custos e ganhos relacionados a tais, para empreendedores e consumidores do ramo.
Isso não é uma crítica ao improvox, mas uma forma de contar como a evolução tecnológica influencia o mundo e suas mudanças.
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