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Descrevendo a Leucemia

Quer saber um pouco mais sobre Leucemia? Leia o post e entenda!

Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

O que é a eletricidade? Você sabe de onde de fato ela vem? Veja no post A Eletricidade e descubra mais sobre ela

O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

domingo, 14 de novembro de 2010

Os Carros Elétricos

Os carros elétricos são uma das grandes alternativas que o mundo possui, para se livrar de um futuro, em que o arrependimento não adiantará para mudar as coisas. É muito difícil distinguir um carro a gasolina de um carro elétrico pela aparência. Por fora, eles são praticamente iguais, principalmente pelo fato de um carro elétrico ser um carro a gasolina que foi convertido em justamente um carro elétrico, na maioria das vezes.
Os carros elétricos possuem vantagens sobre os carros a gasolina, as principais são o fato de não serem poluentes, garantindo a preservação do meio ambiente e, o fato de a energia elétrica para recarregá-lo ser muito mais barata por quilômetro rodado do que a gasolina. O custo da eletricidade é de R$0,50 por quilowatt/hora, isso quer dizer que para a recarga completa teremos o custo de R$6,00, isso porque são necessários recarregar o carro com 12 quilowatts/hora após rodar os 80Km de autonomia. O custo por quilômetro então é de R$0,075 apenas. A gasolina custa R$2,40 por litro e um carro faz aproximadamente 12 quilômetros por litro, então o custo por quilômetro da gasolina é de R$0,20.
Sendo assim, muito felizmente, o custo por quilômetro rodado com um carro elétrico é de apenas 37,5% daquele com um carro a gasolina.
A desvantagem dos carros elétricos são o custo de reposição das baterias, que é de R$4.000,00. É por isso que há o grande interesse nas células a combustível, estas diminuiriam o custo com a reposição de fontes de energia elétrica para o carro, e tornaria os carros elétricos definitivamente viáveis. O principal sistema de um carro elétrico é composto por um freio de mão que funciona como um interruptor primeiramente, composto ainda por um acelerador que transmite um sinal para um resistor variável, e este por si transmite este sinal para um regulador. Esse regulador recebe e controla o nível de corrente que recebe das baterias, e de acordo também com o sinal, transmite quantidades maiores ou menores para o motor que funciona em corrente alternada.
  As descrições que virão a seguir foram tiradas do endereço: http://carros.hsw.uol.com.br/carros-eletricos.htm
 
  Ao dirigir um carro elétrico, a única diferença perceptível
é o fato de ele ser bastante silencioso.
Sob o capô, porém, há muitas diferenças entre os carros a gasolina e os elétricos:
·             O motor a gasolina é substituído por um motor elétrico.
·             O motor elétrico recebe força de um regulador, cuja alimentação é feita por um conjunto de baterias recarregáveis.
  Com suas linhas de alimentação, sistemas de escapamento, mangueiras de refrigeração e filtros de ar, o motor à gasolina parece um projeto de encanamento. Já um carro elétrico é um projeto de instalação elétrica. 
O veículo que utilizaremos para essa discussão é mostrado aqui: 

Veja quais as modificações que o transformaram em um carro elétrico:
·             o motor a gasolina, o silenciador, o catalisador, o escapamento e o tanque de combustível, tudo foi removido;
·             toda a embreagem foi retirada. Já o câmbio manual foi preservado e travado na segunda marcha;
·             um novo motor de corrente alternada (CA) foi fixado ao câmbio com o uso de   uma placa adaptadora;
·             um regulador elétrico foi instalado para controlar o motor CA;
    ·            uma bandeja de baterias foi instalada no assoalho do carro;
·             cinqüenta baterias de chumbo-ácido de 12 volts foram colocadas na bandeja de baterias (dois conjuntos de 25, para gerar 300 volts CC);
·             motores elétricos foram colocados para movimentar equipamentos que usavam a força do motor a gasolina para isso: bomba de água, bomba de direção hidráulica e ar-condicionado;
·             uma bomba de vácuo foi instalada para o sistema de servoassistência do freio, que antes usava o vácuo do motor a combustão;
a alavanca do câmbio manual foi substituída por um interruptor, disfarçado de alavanca seletora de caixa automática, para marcha a frente e ré;
um pequeno aquecedor de água elétrico foi colocado para fornecer aquecimento para a cabine;
um carregador foi instalado para que as baterias fossem carregadas. Este carro em particular tem dois sistemas de recarga: o primeiro por uma tomada normal de 120 ou 240 volts, e o outro por recarga Magna-Charge de placa indutiva.
O medidor de combustível foi substituído por um voltímetro.
O restante no carro é normal. Ao entrar para dirigir, coloca-se a chave na ignição e gira-se a chave para a posição "ligado". Depois, posiciona-se a alavanca em "drive" (marcha à frente), pisa-se no acelerador e o carro anda com o desempenho de um carro a gasolina. Conheça algumas informações interessantes sobre esse carro:
·             A sua autonomia é de cerca de 80 km.
·             Ele vai de 0 a 100 km/h em cerca de 15 segundos.
·             São necessários cerca de 12 quilowatts/hora de eletricidade para carregar o carro após rodar 80 km.
·             As baterias pesam em torno de 500 kg e duram de 3 a 4 anos.

 O que faz um carro elétrico funcionar é a combinação de:
·             Motor elétrico
·             Regulador do motor
·             Baterias 
      O regulador recebe energia das baterias e a repassa ao motor. O pedal do acelerador está ligado a um par de potênciometros (resistores variáveis). Eles fornecem o sinal que avisa ao regulador quanta energiaa deve ser entregue. O regulador pode passar energia zero (carro parado), energia total (o motorista pisa fundo no acelerador) ou quaisquer níveis intermediários de energia. Neste carro, o regulador recebe 300 volts CC das baterias. Depois, converte-os em um máximo de 240 volts CA, trifásica, para enviar para o motor. Isso é feito através de grandes transistores, que rapidamente ligam e desligam a voltagem das baterias para gerar uma onda senoidal. Quando o acelerador é pressionado, um cabo do pedal se conecta com dois potenciômetros.

domingo, 10 de outubro de 2010

Energia Elétrica do Vento Solar

Um físico da Universidade Estadual de Washington, Brooks Harrop, propôs uma idéia que pode otimizar muito a utilização de energia elétrica no mundo, além de contribuir com uma solução contra o aquecimento global, consta da geração de energia elétrica a partir do vento solar por intermédio de um satélite devidamente equipado. No caso, o satélite que seria usado, já tem até nome: Dyson-Harrop.
Primeiramente, deve-se entender o que é o vento solar. O vento solar é uma emissão de partículas, incluindo aquelas sub-atômicas e outras não sub-atômicas emitidas pela conversão de massa por energia ocorrido no Sol que varre o Sistema Solar até se dissipar pela resto do Espaço Sideral.
Metade das partículas existentes no vento solar são elétrons, constituintes dos átomos e que compõem a eletricidade e conseqüentemente as correntes elétricas. Os elétrons serão capturados do vento solar por meio de um fio metálico esticado para a direção do Sol e carregado com uma corrente elétrica gerando um campo magnético, que atrai os elétrons. Essa corrente elétrica é gerada por um receptor metálico esférico que no início de sua operação, é independente, mas depois, é alimentado pelos próprios elétrons capturados do vento solar, tornando o sistema autossustentável. A partir daí, o excesso de corrente elétrica alimenta um laser infravermelho que estaria apontado para antenas parabólicas na superfície terrestre que recolheriam a energia, porém esse feixe precisaria ser perfeitamente preciso para não haver perdas.
Harrop, considerando as dimensões de um satélite dos maiores possíveis de serem construídos na Terra e com o sistema de captura de energia em tamanho proporcional, afirmou que possibilita a obtenção de 100 bilhões de vezes mais energia do que hoje a humanidade necessita.
É ou não é uma grande solução? É, mas para garantir que o feixe infravermelho não chegasse a Terra difuso demais (expandido, como a luz se expande se for gerada de muito longe), seria necessária um lente de 10 a 100 Km de diâmetro, algo impossível de ser fabricado nos dias atuais. O problema do feixe chegar a Terra de forma muito difusa, é que a energia gerada por este em um ponto qualquer da Terra, seria menor do que a luz do luar. Quanto ao resto da tecnologia necessária, esta já é concebível.
Para saber mais detalhes desta idéia revolucionária, basta acessar o site Inovação e Tecnologia, pelo endereço: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-vento-solar&id=010115101008      

O Cimento Magnesiano

Um grupo de pesquisadores da USP em São Paulo desenvolveram um novo tipo de material para a construção civil, um novo tipo de cimento constituído principalmente de óxido de magnésio, denominado cimento magnesiano. O cimento mais eficiente e eficaz existente hoje é o cimento portland que é usado por exemplo na exploração de petróleo e gás e na composição do fibrocimento como aglomerante. O cimento magnesiano poderá substituir o cimento portland em até 80%.
As características de destaque que estimulam a utilização do cimento magnesiano e que reforçam a importância de sua invenção é que sua produção produz menos emissões de dióxido de carbono e não só isso, ele consegue capturar mais carbono do ambiente, além disso, ele é menos alcalino que o cimento convencional e tem menor custo, em resumo, é menos agressivo ao meio ambiente e economicamente mais compensatório. A utilização do cimento magnesiano não será para fins estruturais, mas para artefatos e elementos construtivos, como telhas.
Para saber mais sobre o cimento magnesiano, acessem a página do site Inovação e Tecnologia onde há o texto completo: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cimento-alternativo-magnesiano&id=010160101007

domingo, 3 de outubro de 2010

Os lagos de Titã

Titã é uma das luas de Saturno, e é o único satélite do Sistema Solar que possui uma atmosfera e além disso, 10 vezes mais densa que a que a Terra possui. A sonda Cassini-Huygens, lançada a 5 anos atrás e que foi uma colaboração entre a Agência Espacial Européia e a NASA, revelou através da atmosfera daquele satélite, uma paisagem repleta de montanhas, vales e lagos.
Na época, quanto aos lagos, chegou a ser cogitada a possibilidade de que seriam compostos por água e isso reforçou as teorias de que Titã serviria como um laboratório para entender como a vida surgiu na Terra. Mas, segundo novas análises, as perspectivas mudaram. Veja abaixo parte do texto publicado pelo site da Revista Época, que pode ser visualizado no endereço: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI173925-15224,00.html:

"Um pesquisador da missão, Akiva Bar-Nun, da Universidade de Tel Aviv, determinou a composição desses lagos. Levando em consideração os componentes químicos da atmosfera de Titã, ele demonstrou que os lagos não são compostos por água, mas por hidrocarbonetos líquidos, como etano e metano, que também são encontrados na Terra em reservas de petróleo e gás. Sua análise aprofundada da composição química da atmosfera de Titã e seus lagos foi publicada recentemente no Journal of Geophysical Research – Planets.

"A atmosfera de Titã é única e não inclui nitrogênio e oxigênio como a da Terra, mas nitrogênio e metano", diz Bar-Nun. A irradiação solar na atmosfera da lua de Saturno produz uma variedade de gases hidrocarbonetos, que são condensados e caem na superfície. Uma vez que atingem a superfície fria de Titã eles liquifazem, transformam-se em chuva e se acumulam em lagos. "Mas você não ia querer dar um mergulho neles nas férias de verão", afirma o cientista, em tom de brincadeira.

A irradiação solar mais esses hidrocarbonetos na atmosfera produzem minúsculos glóbulos de polímeros, ou aerossóis, que dão a Titã seu famoso brilho laranja. Os processos químicos em Titã são diferentes dos que ocorrem na Terra porque no ar de lá não há vapor de água – por isso seus lagos não têm água. Isso faz desmoronar as alegações frequentes de que Titã poderia ser um laboratório para saber como surgiu a vida na Terra."

domingo, 26 de setembro de 2010

Série de Vídeos sobre o Aquecimento Global

O aquecimento global é o principal tema deste início de século XXI, são previsões de um apocalipse que pode ser causado pelo estilo de vida consumista e materialista que vive nossa sociedade, que obriga ao forte consumo de combustíveis fósseis e a produção industrial em massa, que gera emissões de gases do efeito estufa.  Os efeitos do aquecimento do planeta são projetados para daqui a pouco menos de 100 anos.
A ABC exibiu uma série de vídeos em que as consequências graduais causadas pelo aquecimento global, do ano de 2.009 (ano de criação dos vídeos) até 2.100, são contados por meio da história da vida de Lucy, a personagem principal do vídeo. Para visualizar os vídeos, que estão postados no youtube e estão com o título "Terra 2.100: nosso planeta em 100 anos", acesse: http://www.youtube.com/results?search_query=terra+2100&aq=f
São 8 vídeos que compõem a série e estão em geral aproximados nas páginas de resultados de buscas.
Abaixo está o primeiro vídeo da série.