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Células-Tronco - A Esperança

As células-tronco são uma das grandes esperanças da ciência e da medicina nos últimos tempos para pesquisas voltadas para curas para certas doenças. Saiba mais como isso pode te salvar lendo o post Células-Tronco - A Esperança!

A Caneta Inteligente

Que tal uma caneta que te ajude na hora de escrever, indicando os seus erros de escrita? Leia a matéria e saiba mais sobre essa caneta!

A Eletricidade

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O Grupo dos Halogênios

Vai fazer vestibular? Veja esse post O Grupo dos Halogênios e arrebente na prova!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Química Orgânica - Parte 1

A química orgânica é a parte da química que trata da química básica de tudo o que é orgânico, biológico, como os alimentos, vegetais, substâncias do organismo, o nosso corpo, etc.
Não podemos confundir com a bioquímica, que explica os próprios compostos químicos que compõem tudo o que é biológico, a química orgânica trata do básico para entender a bioquímica.

Os compostos químicos orgânicos são aqueles em que em sua estrutura molecular, possuem somente ou predominantemente átomos de carbono (C) e hidrogênio (H).
Em casos em que a molécula possui os átomos de hidrogênio, carbono e mais um terceiro ou mais elementos químicos, essa molécula, é de um composto químico orgânico heterogêneo, em caso contrário a esse, é definido simplesmente de hidrocarboneto ou se diz que suas moléculas são homogêneas.

Nas moléculas de tais compostos químicos, o carbono mantém sempre 4 ligações químicas com um ou mais átomos, enquanto que o hidrogênio mantém uma somente. Este fato se deve a lei do octeto, em que um átomo precisa de oito elétrons em seu último nível de energia da eletrosfera para se estabilizar.

Portanto, podemos exemplificar este fato com o mais simples dos compostos químicos orgânicos, que é o metano, cuja representação de sua molécula vem logo abaixo:


Há classificações para os compostos químicos orgânicos de molécula heterogênea e homogênea separadamente, que são explicadas logo abaixo:

Hidrocarbonetos comuns:

1 - Alcanos:

Os alcanos são os compostos químicos orgânicos de molécula homogênea (normal, somente com átomos de carbono e hidrogênio) e em que, os átomos de carbono mantém somente ligações químicas simples com outros átomos. Explicando de outra forma, os átomos de carbono mantém somente uma ligação com cada um dos 4 átomos mais próximos, lembrando que os átomos de carbono podem manter até 4 ligações químicas com um ou mais átomos. Portanto, os alcanos são conhecidos como compostos químicos orgânicos de cadeia insaturada (com ligações químicas simples). Para se entender melhor, veja a imagem abaixo:



Note que cada uma das moléculas acima mostradas possui um nome, que é o nome do composto que elas compõem. O nome é de acordo com a quantidade de átomos de carbono:

1 átomo de carbono - prefixo met - metano
2 átomos de carbono - prefixo et - etano
3 átomos de carbono - prefixo prop - propano
4 átomos de carbono - prefixo but - butano
5 átomos de carbono - prefixo pent - pentano
6 átomos de carbono - prefixo hex - hexano
7 átomos de carbono - prefixo hept - heptano
8 átomos de carbono - prefixo oct - octano
9 átomos de carbono - prefixo non - nonano
10 átomos de carbono - prefixo dec - decano

Além do prefixo de acordo com o número de átomos de carbono, a terminação do nome dos alcanos é sempre "ano".

2 - Alcenos:

Os alcenos são compostos de cadeia orgânica saturada, isso quer dizer que há átomos de carbono que estabelecem, ligações duplas com outros átomos de carbono. Abaixo há uma imagem de fórmulas estruturais de alcenos:



Seguindo a mesma regra de nomenclatura dos alcanos, quanto o número de átomos de carbono de uma molécula, se utilizam os mesmos prefixos que são usados nos nomes dos alcanos, mas a diferença é que a terminação do nome dos alcenos é sempre "eno".

Como vemos na figura, o composto com dois átomos da carbono na molécula é chamado de eteno (prefixo et + terminação eno) ou seja, "et" quer dizer dois átomos de carbono e "eno" quer dizer que é alceno.
Note que no mesmo exemplo, do eteno, os dois átomos de carbono se ligam por uma dupla ligação.
Os nomes que são mostrados na figura que não estão seguindo a regra de nomenclatura como por exemplo aleno para o caso do propeno, são nomes válidos mas não estão em pauta aqui, por serem mais usados na linguagem mais técnica para a química, mais para o campo profissional e científico a nível universitário, ams poderão serem abordados em uma postagem futura.
Existem outras regras de nomenclatura ainda para os alcenos e alcinos que só serão explicadas em postagens futuras também.

3 - Alcinos:

Os alcinos são aqueles em que em suas moléculas, há átomos que mantém ligações triplas com outros átomos de carbono. A regra de nomenclatura para os alcinos é a mesma da usada para alcanos e alcenos com relação ao número de átomos de carbono, sendo que a terminação do nome é "ino".
Abaixo, veja uma imagem com fórmulas estruturais de alcinos:



Veja alguns nomes de alcinos:

etino - alcino com 2 átomos de carbono
propino - alcino com 3 átomos de carbono
butino - alcino com 4 átomos de carbono
pentino - alcino com 5 átomos de carbono
hexino - alcino com 6 átomos de carbono
heptino - alcino com 7 átomos de carbono
octino - alcino com 8 átomos de carbono
nonino - alcino com 9 átomos de carbono
decino - alcino com 10 átomos de carbono

Como já disse antes, há muito mais regras de nomenclatura para esses tipos de compostos orgânicos, além também da existência de um número inimaginável de outros compostos químicos orgânicos.
Irei escolher quais novas matérias serão abordadas na parte 2 da série Funções Orgânicas, fiquem na espera. Agradeço aqueles que lerão, que leem e que leram essa postagem! Até a próxima!  

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sistemas do Corpo Humano

O corpo humano é constituído por diversas partes que são inter-relacionadas, ou seja, umas dependem das outras. Cada sistema, cada órgão é responsável por uma ou mais atividades que mantem as pessoas vivas.
Apesar dos sistemas aparantemente apresentar de forma independente, todos são dependentes entre si, e se um não funciona bem (ou não funciona) , outro(s) sistema(s) não iram funcionar em perfeita harmonia.
São os sistemas:
Sistema Circulatório


  É o sistema pelo qual são transportados nutrientes (como os aminoácidoseletrólitos e linfa), gases,hormônioshemácias etc. para as células do organismo e também a partir delas, a fim de defender o corpo contra doenças, regular a temperatura corporal, estabilizar o pH entre outras coisas. Faz a comunicação entre os diversos tecidos do corpo. Mais informações clique aqui.
Sistema Digestório (Digestão)


O sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução,locomoção, etc. É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestãoMais informações clique aqui.




Sistema Endócrino (Hormônios)

É formado pelo conjunto de glândulas que apresentam como atividade característica a produção de secreções denominadas hormôniosMais informações clique aqui.

Sistema Excretor (Urinário)


É qualquer conjunto de órgãos que, num organismo, é responsável pela filtragem do sangue, regulação do teor de água e sais minerais e eliminação de resíduos nitrogenados formados durante o metabolismo celular. No ser humano podemos considerar como sistemas excretores o sistema urinário (onde é produzida a urina) e a pele (que produz suor através das glândulas sudoríparas). Mais informações clique aqui.




Sistema Linfático


É uma rede complexa de órgãos linfóides, linfonodosductos linfáticos,tecidos linfáticoscapilares linfáticos e vasos linfáticos que produzem e transportam o fluido linfático (linfa) dos tecidos para o sistema circulatório. O sistema linfático é um importante componente do sistema imunológico, pois colabora com glóbulos brancos para proteção contra bactérias e vírus invasores. Mais informações clique aqui.





Sistema Muscular



É o conjunto de órgãos (músculos) que lhes permite moverem-se, tanto externa, como internamente. Eles são formado por três tipos de músculo: cardíacoestriado e liso.   Mais informações clique aqui.





Sistema Nervoso 
É o que monitora e coordena a atividade dos músculos, e a movimentação dos órgãos, e constrói e finaliza estímulos dos sentidos e inicia ações de um ser humano (ou outro animal) . Mais informações clique aqui.








Sistema Reprodutor

aparelho reprodutorsistema reprodutor ou sistema genital é um sistema de órgãos dentro de um organismo que trabalha em conjunto com a finalidade de reprodução. Muitas substâncias não-vivas, tais como fluidos, hormônios e feromônios também são acessórios importantes para o sistema reprodutivo.  
Ao contrário da maioria dos sistemas de órgãos, os sexos das espécies diferenciadas muitas vezes apresentam diferenças significativas, no que ajuda na reprodução das espécies. Mais informações clique aqui.




Sistema Respiratório

É o conjunto de órgãos responsáveis pelas trocas gasosas do organismo dos animais com o meio ambiente ou seja a hematose pulmonar, possibilitando a respiração celularMais informações clique aqui.







Sistema Sensorial (Sentidos)


É a parte do sistema nervoso responsável pelo processo sensorial informativo. O Sistema sensorial consiste nos Receptor sensorial, a aferência neural, e as partes do cérebro envolvidas no processamento do sentido. São basicamente a visãoaudiçãotatopaladar e olfato Mais informações clique aqui.






Vamos nesse Blog tratar de cada um desses sitemas em postagens distintas e pode deixar que iremos "linkar" essas postagens aqui.


Para a sua pesquisar ficar melhor, segue as fontes de pesquisas utilizadas


Fontes:

sábado, 28 de janeiro de 2012

O Retorno de Senesis

Eu sei que faz mas de  9 meses que nada é publicado nesse blog.
Por motivo de trabalho (Escravista moderna) o Renato ficou esse tempo todo sem postar e eu, a nova autora (que pretende ajudar nas publicações de forma a levantar esse blog e ajudar a andar, vim aqui trazer uma cara nova e ajuda ao autor do blog.
Juro que estou fazendo as tripas ao coração para que ele volte a postar, e se tudo ser certo, mês que vem, ele volta com tudo em cima.
Para adiantar um pouco das novidades que esse blog ira trazer, vamos passar a ter assuntos ..
bem diferentes e que não ira fujir da ideia do blog, porem algo um pouco digamos histórico-cientifico...
podemos dizer de coisas antigas até assuntos curiosos e que estão presentes no dia-a-dia, e com certeza, se possível, sem excesso de termos técnicos (juro que se eu colocar, vamos ter um dicionário tradutor de termos científicos quebra cuca) e explicar melhor as novidades, o passado, o curioso, mas só se for cientifico (tá, talvez eu fuja um pouco só para ficar divertido)

Até a vista

domingo, 24 de abril de 2011

Fim do Mundo ou Fim de um Ciclo?: A Profecia Maia para 2012

Os maias foram um povo da América pré-colombiana, que de forma misteriosa, desenvolveram um surpreendente conhecimento sobre astronomia, com base nesses conhecimentos, criaram profecias sobre o futuro de seu povo e da humanidade e o que conduziria o futuro destes através dos tempos.


Os maias profetizaram que a cada 5.125 anos, o Sol recebe um raio vindo do centro da galáxia, o que muda sua polarização, alterando as condições climáticas da Terra, com isso, os maias acreditavam que eles eram a quinta civilização iluminada pelo Sol, então tiveram outras 4 anteriores que foram destruídas pelas alterações naturais do Sol e da Terra. Essa profecia segue o que era determinado por esse povo, de que a galáxia segue um ciclo imutável.


As alterações no Sol mudarão o eixo de rotação da Terra, no entanto, mesmo com o que foi explicado acima, o fim do ciclo no dia 22 de dezembro de 2012, não significa necessariamente o fim da humanidade ou da Terra, mas pode ser interpretado como o fim de um ciclo para o início de outro com mudanças para a humanidade. Segundo estudiosos, o início do ciclo atual foi no ano 3113 a.c, data que é muito aproximada do que seria a da época do grande dilúvio.


Portanto, pensar no evento de 2012 como o fim do mundo, é se precipitar e ser guiado pelo sensacionalismo da mídia, uma vez que as profecias maias tem o objetivo de trazer uma orientação para a esperança e conscientização, segundo os estudiosos de áreas afins. São 7 profecias ao todo, que indicam uma mudança devido as alterações nas vibrações de harmonia. Como assim? O raio vindo do centro da galáxia produzirá alterações mentais em cada um de nós, que permitirá com que cada um possa voluntariamente quebrar suas limitações, melhorando-se espiritualmente. Para melhor compreender essa teoria, visite: http://www.evoluindo.org/previsoes/os-maias-apontam-2012-como-o-fim-de-um-ciclo-na-terra .

O Planeta X:


O tal Planeta X tem vários nomes: para os sumérios, ele era Nibiru, os babilônios o chamavam de Marduk, os gnósticos, de Hercólubus, os maias, de Estrela Baal, e atualmente os cientistas o chamam de Planeta X.
Várias mitologias e até religiões mencionavam este astro, ele tem sido o principal agente destrutivo teórico da teoria do fim do mundo de 2012, e que segundo crédulos, este planeta tem órbita próxima da Terra, em forma elíptica e seria do tamanho de Júpiter. Pelo fato de sua órbita ser muito excêntrica e longa, por isso, esse planeta nunca teria antes sido avistado e na maior parte do tempo ter estado distante da Terra.
Há muitos e muitos boatos, teorias e até profecias, de como esse astro afetaria a Terra ao se aproximar demais, da forma mais realista, provocaria um efeito gravitacional brutal, atraindo a Terra e toda a sua água superficial, além de tudo que tem de mais pesado sobre a superfície terrestre.


No entanto, o que tem sido visto na internet é uma grande quantidade de explicações de pseudociência pouco claras e infundadas, sem coerência, sobre porque esse astro afetaria a Terra e do porque de sua existência e evidências de tal.


Em um desses textos, foi afirmado que Nibiru seria o inferno dito em algumas religiões e em outros é dito que Nibiru é de onde vem a raça extraterrestre que teria criado a humanidade e que viria de lá para nos escravizar. Todo esse conjunto de teorias e afirmações loucas, tem origem na interpretação que o arqueólogo Zacaria Sitchin fez de antigos escritos sumérios. Há vários links que podem ser visitados para melhor compreender esse universo de teorias (diga-se de passagem, absurdas e hilariantes)  . Eles estão abaixo:
http://nebulosabar.com/blog/nibiru-nao-existe/
http://wwo.uai.com.br/UAI/html/sessao_11/2008/07/25/em_noticia_interna,id_sessao=11&id_noticia=73118/em_noticia_interna.shtml
http://paranoiatotal.wordpress.com/2008/04/01/nibiru-farsa-sumerica/
http://realidadeoculta.blog.com/2010/08/22/nibiru-e-real/
http://www.planetx.com.br/2010/01/nasa-responde-parte-1/

Há ainda muitos outros sites e páginas da web falando sobre o tal Nibiru.
Até a próxima postagem. 

domingo, 10 de abril de 2011

Os terremotos

Os terremotos são conhecidos como um dos fenômenos naturais de efeito negativo para as populações no mundo, e além disso, pouco se sabe por parte de muitos, como eles ocorrem.
Muitos atribuem a exploração de petróleo e gás como uma causa para os terremotos, mas esta afirmação é errada, já que o evento causador dos terremotos é algo que abrange dimensões geográficas muitos maiores.

Como acontecem os terremotos?

1 - As placas tectônicas

A crosta terrestre, que é a camada da Terra sobre a qual pisamos, não é contínua, ela é dividida em várias camadas, que na verdade são denominadas como placas.


Essas placas, de dimensões continentais, flutuam sobre a camada que vem logo abaixo da crosta, que é a astenosfera, que é como uma parte semi-líquida da crosta (composta de magma).

2 - Ciência de tectônica de placas propriamente dita

As placas tectônicas da crosta não são estacionárias, elas se movimentam para qualquer direção dependendo  do sentido do movimento de lava da astenosfera. Esse fluxo acontece pelo deslocamento de lava mais quente das regiões mais profundas da astenosfera, que se eleva para cima e pelo deslocamento no sentido contrário de lava mais fria das regiões mais próximas a crosta terrestre.
Com essa flutuação "inquieta" das placas, duas ou mais placas podem estar se movimentando no sentido de se chocarem ou de se afastarem. É preciso considerar ainda que existem dois tipos de placas tectônicas: as placas continentais e as placas oceânicas, o fato é que se uma placa ou a outra é continental ou oceânica, isso irá interferir no efeito que ocorrerá caso elas se afastem ou se choquem.


Geralmente, os terremotos ocorrem quando uma placa oceânica está se chocando com uma placa continental, a placa oceânica submerge sob a placa continental, por ser mais densa, mergulhando para a astenosfera e se fundindo, além de causar elevação da crosta continental (altos planaltos, cadeias de montanhas) e, os terremotos.


3 - A ciência dos sismos (terremotos) propriamente dita

Na interação de choque entre duas placas, toda a tensão de contato entre as duas placas, se caso se acumular por muito tempo, pode gerar futuramente, uma liberação de força de ordens catastróficas, tudo isso a partir de um único ponto geográfico. Esse ponto geográfico é chamado de epicentro.
Essa onda de força se desloca para todas as direções, mas não de maneira uniforme, porque os diferentes tipos de rochas permitem a passagem de uma certa intensidade de vibração com menos ou mais força ou menos ou mais velocidade. Essas ondas são divididas em 4 tipos: ondas P ou ondas primárias, ondas S ou ondas secundárias, ondas L ou ondas de love e ondas R ou ondas Reyligh.


Essas ondas compõem dois grupos de ondas, as ondas R e L que são as ondas de superfície, resultado da chegada das ondas interiores a superfície terrestre, que são as ondas P e S. As ondas interiores são propriamente as ondas geradas pela fonte do terremoto. As ondas P são ondas que comprimem e esticam as rochas, as ondas S causam ondulação das rochas no sentido de cima para baixo.
As ondas R causam ondulação nas rochas tal como a que ocorre na superfície da água ao se jogar um pedra nela e por fim, as ondas L causam movimento no sentido para a esquerda ou direita das rochas ao mesmo tempo que um movimento de ondulação.