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A Eletricidade

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Invenção do velcro

Para matar a curiosidade, vou falar de uma invenção que ocorreu ao acaso.
A invenção do Velcro.
Um item tão usado no dia a dia, que provavelmente muitos não deve saber que a sua invenção foi simplesmente acidental.
Tudo começou em 1941, quando um engenheiro suíço  chamado Georges de Mestral voltava das caminhas com o seu cachorro e tinha sempre que ficar retirando o carrapichos dos pelos dele. 
Isso mesmo, os famosos carrapichos que ficam grudados em nossas roupas.
Ele queria saber como esse fato ocorria e se poderia fazer alguma coisa para que isso para-se de acontecer.
Ao analisar o carrapicho, ele descobriu que as pontas dele se parecia com pequenos ganchos que se agarrava com qualquer coisa que fosse peluda. (por isso quando andamos no mato eles grudam tanto em nossas meias de algodão)

Foi graças a esse estudo, que ele teve a ideia de criar o velcro. E com isso temos hoje, mochilas, sapatos, braçadeiras, em alguns carros serve para prender o tapeta no chão, para colocar presilhas nas blusas, etc.
Apesar dele ter inventado o velcro em 1941, foi somente em 1951 que ele conseguiu desenvolver um processo que pudesse utilizar o velcro no nosso dia a dia.
Ultima curiosidade:
A palavra velcro foi inspirado em duas palavras francesas.
Velours que quer dizer veludo e Crochet que quer dizer gancho.



Fontes:
http://www.happyfamilylife.co.uk/2012/02/titanium-teflon-and-velcro-%E2%80%A6/
http://www.xperimania.net/ww/pt/pub/xperimania/news/world_of_materials/accidental_discoveries.htm
http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/a-invencao-do-velcro.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Velcro
http://olabirintocientifico.blogspot.com.br/2011/10/so-de-curiosidade-historia-do-velcro.html
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15631
http://origemdascoisas.com/a-origem-do-velcro/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Invenção da Calculadora

Bem quem hoje em dia não usa uma calculadora no seu dia a dia para fazer simples contas, tanto para resolver pequenos problemas de matemática na escola, quanto para calcular o quanto está gastando em passagem por mês ou as contas para se pagar no final do mês, até mesmo pessoas que trabalham em sistemas financeiros e físicos ?
Mais em todo esse tempo você já pensou como ela foi inventada? Como ela foi feita?
Acredito que grande maioria das coisas que você usa hoje em dia você nem sabe como foi inventado, mas somente sabe que não saberia viver sem elas correto. 
Por conta disso, vamos nesse blog abri espaço para falar, de forma bem rápida e dinâmica, sem a chatice de conceitos e blablablá chato que vemos em muitos sites por ai.


Sim, essa imagem ao lado representa a 1° calculadora. Completamente manual, ela era (e é ainda) usada na China, assim como em vários outros povos, como egípcios, astecas, romanos, e por causa disso não tem como dizer que não existe exatamente um inventor definido. 
Ela existe a pelo menos a 1000 A.C, e era usada para fazer as contas, sem a necessidade de decorar os números e ao mesmo tempo o auxilio de um papel, papiro, ou qualquer outro tipo de superfície. Curiosidade, alguns povos usam o ábaco simplesmente por que não conseguiria no papel da uma solução para as contas que estoura-sem a base de 10, isto é se passa-se de 9 não sabiam o que iriam fazer para continuar a somar ou multiplicar.

Durante anos ele foi utilizado em diversos lugares do mundo, até que em 1642, Blaise Pascal inventou a primeira caculadora mecânica  aonde ele utilizava no seu dia a  dia para fazer contas para facilitar o seu trabalho de coleta de impostos.



Ela era bem rudimentar e possuía rodas dentadas, e só fazia apenas as operações de somar e diminuir (veja imagem ao lado).
Porem somente em 1623 que Wilhelm Schikard fez uma máquina de calcular que calcula-se as 4 operações básicas (somar, subtrair, multiplicar e dividir), assim melhorando o seu uso. Porem, ela ainda era completamente mecânica e por ser cara, tinha seu uso muito restrito.
Com o passar o tempo e com a miniaturização das peças é que ela passou a ser mais barata e acessível e o mais importante, um pouco mais portátil.
Mesmo assim essas calculadoras tinham que passar por constantes manutenções, pois com era totalmente manual, os desgastes das peças faziam que as contas sai-sem com os resultados errados e até mesmo paravam de funcionar.
Comparada as calculadoras portáteis de hoje em dia, vemos como ela teve grande evolução, a ponto de um relógio de pulso poder fazer contas simples.
Somente em 1967 Jack Kilby desenvolveu a primeira calculadora eletrônica  apenas para poder demonstrar potencial de miniaturização dos eletrônicos com o circuito integrado.

Com isso, e com a necessidade de se ter um a calculadora mais confiável e que pudesse comportar mais casas decimais, as calculadoras foram evoluindo, até se tornar o que vemos hoje em dia, de simples calculadoras que temos em nossos celulares a até mega computadores, que fazem contas absurdas e com precisões cada vez mais assustadoras.


Para quem quiser mais informações sobre a história da calculadora:


http://criancasenumeros.blogspot.com.br/2012/11/o-abaco-tipos-surgimento-e-utilidade.html

http://guiadicas.net/calculadora/
http://claudiarosinha.wordpress.com/2010/06/20/calculadora-de-pascal/
http://www.infopedia.pt/$wilhelm-schickard
http://www.historiadetudo.com/calculadora.html
http://www-history.mcs.st-andrews.ac.uk/Biographies/Schickard.html
http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2007/04/20/idgnoticia.2007-04-20.6917282098/
http://tecnologia.br.msn.com/fotos/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=26083781&page=9
http://medinamarquezcomputo.blogspot.com.br/2011/01/instrumentos-precursores-ala.html
http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2007/04/20/idgnoticia.2007-04-20.6917282098/

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Hubble registra imagem de galáxia anã azul

Nasa divulgou na sexta-feira, 30 de outubro de 2012, uma imagem da galáxia NGC 5253.
A foto foi registrada pelo telescópio Hubble.

Essa galaxia é peculiar pois a natureza das galáxias anãs azuis compactas intriga os astrônomos há anos e ainda não tem explicações para o comportamento. 

Existe atualmente simulações numéricas feitas de acordo com a atual teoria cosmológica de formação das galáxias, porém a questão é chamada de Problema das Galáxias Anãs, elas não batem com a formação da  galáxia NGC 5253.

fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,hubble-registra-imagem-de-galaxia-peculiar,968491,0.htm
http://www.nasa.gov/

sábado, 17 de novembro de 2012

Sistema Digestório (Digestão) Parte 2


Continuando com o sistema digestório, vamos nesse post tratar do restante do sistema (intestinos) e dos órgão anexos que ajudam na digestão.
INTESTINO DELGADO
O intestino delgado é um tubo com pouco mais de 6 m de comprimento por 4 cm de diâmetro e pode ser dividido em três regiões: duodenojejuno e íleo.
É no intestino delgado que vai ocorrer a maior parte da digestão e absorção do que foi ingerido. 
O processo se inicia nessa primeira porção(duodeno). Lá, com auxílio do suco intestinal, as proteínas se transformam em aminoácidos e a maltose e alguns outros dissacarídeos são digeridos, graças a enzimas como a enteroquínase, peptidase e carboidrase.
No duodeno atua também o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar. Alguns nutrientes são absolvidos nessa seção, mais a maior parte deles é absolvidas no jejuno e íleo.
A digestão se encerra na segunda e terceira porção do intestino delgado( jejuno e íleo), pela ação do suco intestinal. 

São nelas que a maior parte dos nutrientes são absorvidos. 
Suas enzimas, maltase, sacarase, lactase, aminopeptidases, dipeptidases, tripeptidases, nucleosidades e nucleotidases permitem que moléculas se reduzam a nutrientes e estes sejam absorvidos pelos vasos sanguíneos do intestino, que passam ao fígado para serem distribuídos pelo resto do organismo com auxilio das vilosidades presentes no intestino. 
No final desse processo, o alimento passa a ter aspecto aquoso, esbranquiçado, e é chamado, agora, de quilo.


INTESTINO GROSSO
Mede cerca de 1,5 m de comprimento e é dividido em: ceco e apêndice vermiforme, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, sigmoide, reto e canal anal.
O intestino grosso é o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Uma pessoa bebe cerca de 1,5 litros de líquidos por dia, que se une a 8 ou 9 litros de água das secreções. 
Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. 
Numerosas bactérias vivem em mutualismo no intestino grosso. 
Seu trabalho consiste em dissolver os restos alimentícios não assimiláveis, reforçar o movimento intestinal e proteger o organismo contra bactérias estranhas, geradoras de enfermidades.
O intestino grosso não possui vilosidades nem secreta sucos digestivos, normalmente só absorve água, em quantidade bastante consideráveis. Como o intestino grosso absorve muita água, o conteúdo intestinal se condensa até formar detritos inúteis, que são evacuados.

GLÂNDULAS ANEXAS
Pâncreas
O pâncreas é uma glândula mista, de mais ou menos 15 cm de comprimento e de formato triangular, localizada transversalmente sobre a parede posterior do abdome, na alça formada pelo duodeno, sob o estômago.
O pâncreas é dividido em três regiões: 
Cabeça, corpo e cauda. 
O pâncreas produz enzimas e hormônios.
 De acordo com suas funções é dividido em porção endócrina e porção exócrina.

Porção endócrina: 
É composta por grupos de células chamadas ilhotas pancreáticas, que possuem três grupos de células:
As que produzem glucagon, 
As que produzem insulina
As que produzem somatostatina. 
Porção exócrina: 
É porção exócrina do pâncreas participa na digestão secretando enzimas digestivas, através de estruturas chamas ácinos. 
Os ácinos pancreáticos estão ligados através de finos condutos, por onde sua secreção é levada até um condutor maior, que desemboca no duodeno, durante a digestão.

Fígado

fígado é o maior órgão interno, e é ainda um dos mais importantes.
O fígado é um órgão que atua como glândula exócrina (liberando secreções) e glândula endócrina (liberando substâncias no sangue e sistema linfático). Ele é a maior glândula do corpo humano, 
pesando cerca de 1,5 kg no homem adulto e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg. Tem cor arroxeada, superfície lisa e recoberta por uma cápsula própria. 


Suas funções são:
Secretar a bile, líquido que atua no emulsionamento das gorduras ingeridas, facilitando, assim, a ação da lipase.
Remover moléculas de glicose no sangue, reunindo-as quimicamente para formar glicogênio, que é armazenado; nos momentos de necessidade, o glicogênio é reconvertido em moléculas de glicose, que são relançadas na circulação; 
Armazenar ferro e certas vitaminas em suas células;
Metabolizar lipídeos;
Sintetizar diversas proteínas presentes no sangue, de fatores imunológicos e de coagulação e de substâncias transportadoras de oxigênio e gorduras;
Degradar álcool e outras substâncias tóxicas, auxiliando na desintoxicação do organismo;
Destruir hemácias (glóbulos vermelhos) velhas ou anormais, transformando sua hemoglobina em bilirrubina, o pigmento castanho-esverdeado presente na bile.

Com isso terminando o sistema digestório. Até a próxima.




sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Química Orgânica - Parte 4

Esta é a última postagem da série sobre a química orgânica, aqui irei falar sobre as funções químicas, que são grupos de tipos de compostos químicos específicos, diferentes de tudo que já foi mostrado aqui.
Esses compostos químicos não possuem somente átomos de carbono e hidrogênio em suas moléculas, possuem um terceiro tipo de átomo, que é o de oxigênio e é nele que está a diferença.

Os álcoois:

Os álcoois são compostos químicos orgânicos que apresentam uma cadeia carbônica ligada a uma hidroxila (OH) na extremidade (mais comum) ou em outras partes da mesma.
A hidroxila, como mostrado nos parênteses, é basicamente o conjunto formado por um átomo de oxigênio ligado a um de hidrogênio, que tende a se separar do resto da molécula em reações químicas, se tornando um conjunto iônico livre com carga negativa. Veja a esquematização simples de um álcool abaixo:


Os álcoois possuem nomenclatura semelhante a de alcanos, alcenos e alcinos com a diferença de que ao final, os nomes dos álcoois recebem a terminação de "ol". Um exemplo é o etanol, que muitas vezes, misturado a água, é utilizado como combustível automotivo. Veja a fórmula estrutural do etanol abaixo:

Como podemos ver, ele é etanol, por que possui dois átomos de carbono na cadeia principal (neste caso, a única) e por ser um álcool, ele tem o nome terminando com "ol". Se possuísse três átomos, seria chamado de propanol, se tivesse quatro, se chamaria butanol e assim por diante.
Abaixo temos a fórmula estrutural de um álcool com a hidroxila localizada no meio da cadeia:


Este composto exemplificado é o isopropanol ou álcool isopropílico, o sufixo "iso" é devido ao fato da hidroxila estar localizada no meio da cadeia. Os álcoois também podem ser nomeados da forma como: álcool etílico (etanol) ou álcool hexílico (hexanol) por exemplo.

Os fenóis:

Para entender o que é um fenol, deve se saber primeiro o que é um benzeno:

O que é um benzeno?

Um benzeno é um composto químico com cadeia circular com seis átomos de carbono ligados a hidrogênios da forma como mostrado abaixo:

A quantidade de átomos de hidrogênio não é suficiente para satisfazer a necessidade de cada átomo de carbono de se ligar a quatro outros átomos, portando existe uma dupla ligação que é "móvel" ao longo da cadeia, se mudando de carbono para carbono. Essa é a definição de benzeno. 
Os benzenos são classificados como compostos aromáticos. Recebem também a denominação de anel benzênico.

Pois bem, os fenóis são um anel benzênico ligado a uma hidroxila, como mostrado abaixo:


Fenol: possui o próprio nome do grupo e é o fenol mais simples.

Portanto, álcoois e fenóis possuem uma hidroxila ligada a um radical, nos álcoois a hidroxila (OH) está ligada a uma cadeia linear ou ramificada e nos fenóis o radical é um ou mais anéis aromáticos, também chamados de aneis benzênicos. O fenol dá origem a todos os outros fenóis por meio de reações orgânicas.

As formas mais simples de nomenclatura dos fenóis além daquela do fenol mais simples, estão descritas abaixo na figura:


Aldeídos e cetonas:

   Os aldeídos e as cetonas são compostos orgânicos que possuem a carbonila (CO) em sua fórmula estrutural que é um átomo de carbono ligado em dupla ligação com um átomo de oxigênio.
   Nos aldeídos a carbonila está em uma das extremidades da cadeia enquanto que nas cetonas a carbonila está localizada somente a partir do átomo de carbono secundário. 
   O aldeído mais simples é o formaldeído, também chamado de metanal ou aldeído fórmico:


  Existem então três formas de nomear um aldeído, primeiro o prefixo que descreve o número de carbonos seguido de "al", esse mesmo prefixo seguido de "al" + "deído" ou da forma aldeído + prefixo referente ao número de carbonos + ico ou óico.
  Veja o outro exemplo:

Propanal, aldeído propanóico ou propanaldeído

 Nas cetonas, a mais simples é a acetona também chamada de propanona ou dimetil-cetona, mostrando então as formas de nomear uma cetona:


dimetil-cetona(metil antes e depois da carbonila) ou propanona

Veja o outro exemplo:

Butanona ou metil-etil-cetona

   Se esse composto químico tivesse 5 carbonos e tivesse uma carbonila também no secundo carbono, seria 2-pentanona ou metil-propil-cetona, se tivesse o mesmo número de carbonos mas com a carbonila no terceiro carbono seria dietil-cetona ou iso-pentanona.

Os éteres:

   Os éteres são formados por um átomo de oxigênio ligado a dois radicais iguais ou não. 
   A nomenclatura dos éteres pode ser exemplificada com a figura abaixo:

   Este é o metoximetano, também podendo ser chamado de éter dimetilíco, abaixo está a figura de outros dois éteres:


   Esse é o éter dietílico ou etoxietano, portanto a nomenclatura dos éteres é composta de prefixo seguido de oxi + nome do maior radical ou éter + prefixo seguido de "ílico".

Os Ácidos carboxílicos:

   Os ácidos carboxílicos são assim chamados por possuirem em sua composição uma ou mais cadeias ou radicais ligados a uma ou mais carboxilas (COOH) que é a união de uma carbonila com uma hidroxila, ou seja, é um carbono ligado em dupla ligação com um oxigênio com pelo menos um radical e ainda também ligado a um outro oxigênio quando que esta ligado a um hidrogênio, veja a imagem abaixo:


 O nome desses ácidos orgânicos sempre são especificados como: ácido acompanhado de um nome formado pelo prefixo referente ao número de carbonos + "ico" ou "óico".

Ésteres:

  Os ésteres são originados dos ácidos carboxílicos também chamados de ácidos graxos, em que o hidrogênio da hidroxila foi substituído por um radical formando uma alquila (COOR, um carbono com dois oxigênios mais um radical). Os ésteres complexos são chamados de lipídios que são basicamente as gorduras. Abaixo temos exemplos de ésteres:



 Como se vê o nome de um éster pode ser montado combinando o nome de uma dessas espécies químicas mostradas ou outras com de outro grupo radical. Melhor especificando, se o primeiro radical mostrado, o metanoato, estivesse ligado a um radical metil (CH3), formaria-se o éster chamado como metanoato de metila, se este metil estivesse ligado a um propril (C3H7), teríamos o metanoato de propila.

Está encerrada aqui a série sobre químcia orgânica básica, muito obrigado por aqueles que acompanharam.

Até a próxima postagem.

Fontes: http://aenfermagemnaomedeixadormir.blogspot.com.br/2011/09/nomenclatura-de-compostos-organicos.html
http://pages.uoregon.edu/ch111/L31.htm
http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?tag=benzeno
http://enfo.agt.bme.hu/drupal/node/4805